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	<title>CDNi &#187; Na prática</title>
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	<description>Agência de comunicação digital dedicada ao posicionamento e à gestão de marcas em ambiente on-line.</description>
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		<title>CDN Interativa cria ação digital para lançamento de novo Innéov</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 21:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Dantas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[ação digital]]></category>
		<category><![CDATA[Innéov]]></category>

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		<description><![CDATA[A CDN Interativa foi a agência responsável pela criação, planejamento e desenvolvimento da ação digital de lançamento do novo Innéov Nutri-Care, nutriconcentrado com ômega 3 que reforça e protege a fibra capilar contra as agressões do dia a dia.
Para a ação foram criadas peças exclusivas – quadrinhos, hotpage e DHTML, &#8211; enfocando a rotina agitada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/07/inneov_nutri_care.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3046" title="inneov_nutri_care" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/07/inneov_nutri_care.jpg" alt="" width="655" height="260" /></a>A <strong>CDN Interativa</strong> foi a agência responsável pela criação, planejamento e desenvolvimento da ação digital de lançamento do novo <strong>Innéov Nutri-Care</strong>, nutriconcentrado com ômega 3 que reforça e protege a fibra capilar contra as agressões do dia a dia.<span id="more-3043"></span></p>
<p>Para a ação foram criadas peças exclusivas – quadrinhos, <em>hotpage</em> e <em>DHTML</em>, &#8211; enfocando a rotina agitada da mulher moderna, que na correria diária, pouco tempo tem para se cuidar.<br />
A<a title="Hotpage" href="http://www.bloginneov.com.br/hotpage/" target="_blank"> hotpage</a> destaca, em forma de quadrinhos, a facilidade de cuidar dos cabelos com Innéov Nutri-Care, produto com eficácia comprovada que pode ser tomado em apenas 4 segundos.</p>
<p>O <a title="Blog Innéov" href="http://www.bloginneov.com.br/" target="_blank">Blog Innéov</a> ainda traz um DHTML expansível e uma página dedicada aos<a title="Innéov Nutri-Care" href="http://www.bloginneov.com.br/hotpage/interna.html#texto" target="_blank"> benefícios do produto</a>.<br />
No <a title="Twitter Innéov" href="http://www.twitter.com/inneovbrasil" target="_blank">Twitter</a> a estratégia foi criar um clima de suspense ao redor do lançamento e dos ativos do novo Innéov. Muitos seguidores tentaram adivinhar qual patente seria, já que Innéov possui 20 produtos disponíveis no mundo, mas apenas 2, agora 3, no Brasil. A hashtag <strong>#novoinneov</strong> foi utilizada para identificar os tweets sobre o tema.</p>
<p>Ainda como estratégia para divulgar o produto e comprovar sua eficácia, duas blogueiras foram convidadas para experimentar <strong>Innéov Nutri-Care</strong> e contar, sem qualquer compromisso com a marca ou com a ação, os benefícios sentidos com o nutriconcentrado. Em breve elas serão apresentadas como “Embaixadoras Innéov” e farão parte das próximas ações da marca.</p>
<p><strong>Conheça também:</strong><br />
<a title="Innéov Solar" href="http://www.bloginneov.com.br/inneov-solar/" target="_blank">Innéov Solar</a><br />
<a title="Innéov Fermeté" href="http://www.bloginneov.com.br/inneov-fermete/" target="_blank">Innéov Fermeté</a></p>
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		<title>O direito autoral e o Creative Commons</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 02:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>

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		<description><![CDATA[

Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA). O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Creative Commons" src="http://blogs.nyu.edu/blogs/gc69/stdin/creative_commons.jpg" alt="" width="252" height="95" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong><a href="http://direitorio.fgv.br/reforma-lda" target="_blank">Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA)</a></strong>. O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o <a href="http://culturadigital.org.br/site/lda" target="_blank">anteprojeto </a>que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p>A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como <a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/5198.html" target="_blank">lei 9.610</a>, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p>Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;<span id="more-3011"></span></p>
<p>Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do <a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a>, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft </em>como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p>Editoras de livro também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <a href="http://www.nature.com/omics/index.html" target="_blank">Nature</a>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <a href="http://www.fpabramo.org.br/" target="_blank">Fundação Perseu Abramo</a> e também pela <a href="http://editora.cosacnaify.com.br" target="_blank">Editora Cosac Naify</a>.</p>
<p>O próprio <a href="http://ocw.mit.edu/index.htm">MIT </a>possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p>Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da Fiat ao propor a construção de seu <a href="http://www.fiatmio.cc/" target="_blank"><strong>carro conceito Mio </strong></a>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu <a href="http://www.fiatmio.cc/makingof/pt/category/blog/" target="_blank">blog </a>e <a href="http://twitter.com/fiatmio" target="_blank">Twitter</a> , cada nova etapa do <strong>Mio </strong>é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em <strong>outubro deste ano</strong>, no <a href="http://www.salaodoautomovel.com.br/Home/" target="_blank">Salão do Automóvel, em São Paulo</a> e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
<p class="MsoNormal">Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong>Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA).</strong> O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o anteprojeto que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p class="MsoNormal">A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como lei 9.610, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p class="MsoNormal">Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do Creative Commons, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft</em> como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Editoras de livro</strong> também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <strong>Nature</strong>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <strong>Editora Cosac Naify</strong> e também pela <strong>Fundação Perseu Abramo.</strong></p>
<p class="MsoNormal">O próprio <strong>MIT</strong> possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p class="MsoNormal">Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da <strong>Fiat</strong> ao propor a construção de seu carro conceito <strong>Mio </strong>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu blog e Twitter (<a href="http://twitter.com/fiatmio">http://twitter.com/fiatmio</a>) , cada nova etapa do Mio é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em outubro deste ano, no <strong>Salão do Automóvel</strong>, em São Paulo e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony <span class="descricao">Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</span></p>
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		<title>Agência digital procura</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você está perseguindo uma carreira na interseção da Internet com a Comunicação Corporativa e o Marketing, saiba que estamos procurando uma pessoa para se juntar ao nosso time &#8211; e queremos conhecer o seu trabalho.
Aqui na CDN Interativa, a área de planejamento é responsável por essencialmente três coisas: definir com precisão o problema ou necessidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está perseguindo uma carreira na interseção da Internet com a Comunicação Corporativa e o Marketing, saiba que estamos procurando uma pessoa para se juntar ao nosso time &#8211; e queremos conhecer o seu trabalho.</p>
<p>Aqui na <strong>CDN Interativa</strong>, a área de planejamento é responsável por essencialmente três coisas: definir com precisão o problema ou necessidade de comunicação digital do cliente, propor uma solução concreta e mensurável e executá-la com responsabilidade e ousadia.</p>
<p>As palavras são bonitas, mas o trabalho é duro. Exige, entre outras coisas, muita sensibilidade e jogo de cintura para entender e se comunicar com clientes e públicos rigorosamente distintos entre si, além de uma postura proativa permanente para identificar novos caminhos num campo onde não há gurus nem dogmas, e em que tudo está por ser construído. Acredite: não há donos da verdade. Somos todos pioneiros, e estamos todos na trincheira.<span id="more-2998"></span></p>
<p><strong>A pessoa que procuramos</strong></p>
<p><strong></strong>Tem ótima formação &#8211; isto é, bagagem REAL de leitura, e não apenas uma lista de cursos, seminários e workshops &#8211; em pelo menos uma das disciplinas e especialidades de Comunicação ou de Marketing, e muita curiosidade para rever conceitos e se manter atualizada em uma área que avança aos saltos.</p>
<p>Apresenta um domínio NÃO-DESLUMBRADO das ferramentas e da linguagem da web, aliado a uma compreensão de como a informação circula, como a influência é exercida e que critérios ou indicadores podem ser usados para avaliá-la.</p>
<p>Está usando HOJE os recursos e o conhecimento que tem para avançar alguma causa, nem que seja a sua própria.</p>
<p>CONVIVE bem com prazos e responsabilidades, RESPEITA pessoas e opiniões diferentes e VALORIZA sua vida pessoal, porque sabe que trabalho não é tudo.</p>
<p><strong>&#8220;Gostei. E agora?&#8221;</strong></p>
<p>Como já dissemos, queremos conhecer o seu TRABALHO, e temos certeza de que você é muito mais interessante do que o seu CV sugere. Mais especificamente, queremos conhecer o seu trabalho <strong>em comunicação digital</strong>. Nada mais natural, já que somos uma agência de comunicação digital, onde você terá a missão de pensar &#8211; isso mesmo &#8211; a comunicação digital dos clientes.</p>
<p>Sendo assim, propomos um exercício simples. Uma discussão aberta a partir da seguinte pergunta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;People now have their own media channels. Companies are free to communicate and build meaningful relationships with them in a direct way, and we have every reason to believe that this will eventually happen. So what&#8217;s the point of an agency? How can an agency become indispensable to its clients in a business that risks becoming irrelevant altogether?&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Compartilhe sua opinião aqui mesmo, na caixa de comentários, em Português ou Inglês, <strong>até as 19h da próxima quarta-feira, dia  5 de maio, não esquecendo de informar nome, email e um link para seu site, blog, perfil ou portfolio.</strong></p>
<p>Convidaremos as pessoas com as idéias mais interessantes para um bate-papo aqui na CDN, em São Paulo, a partir do dia 6, para apresentar os detalhes da vaga.</p>
<p>Dúvidas? Sugestões? Previsões? Reclamações? É só dar um toque lá no Twitter para <a href="http://twitter.com/cdninterativa" target="_blank">@cdninterativa</a>, ou escrever para <a href="mailto:paulo.henrique@cdn.com.br">paulo.henrique@cdn.com.br</a>.</p>
<p>Em nome da nossa equipe, um abraço e boa sorte!</p>
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		<title>Eu sei o que você tuitou no verão passado</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/eu-sei-o-que-voce-tuitou-no-verao-passado/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Blog Oficial do Google: já é possível usar a busca do próprio Google para acessar o conteúdo publicado no Twitter anterior a 7 dias.
Parece um detalhe inofensivo, mas não é. Se você quiser saber tudo o que foi discutido ali durante todo o mês de março sobre &#8220;health care&#8221; (por enquanto o serviço só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/04/replay-it-google-search-across-twitter.html" target="_blank">Deu no Blog Oficial do Google</a>: já é possível usar a busca do próprio Google para acessar o conteúdo publicado no Twitter anterior a 7 dias.</p>
<p>Parece um detalhe inofensivo, mas não é. Se você quiser saber tudo o que foi discutido ali durante todo o mês de março sobre &#8220;health care&#8221; (por enquanto o serviço só está disponível em inglês, daí a escolha deste exemplo dos EUA), a <a href="http://search.twitter.com/search?q=%22health+care%22" target="_blank">busca nativa do Twitter</a> não vai poder te ajudar, porque ela retornará <strong>apenas conteúdo publicado nos tais últimos 7 dias</strong>. Como já estamos no meio de abril, paciência.<span id="more-2991"></span></p>
<p>Uma das únicas maneiras de contornar essa limitação e ter acesso a tweets antigos era montar buscas via feed, <a href="http://bit.ly/czFepR" target="_blank">assunto que discutimos aqui recentemente</a>. Mas veja como ficaria uma <a href="http://www.google.com/search?hl=en&amp;tbo=1&amp;esrch=RTReplay&amp;qscrl=1&amp;tbs=mbl:1,mbl_hs:1267412400,mbl_he:1270090799&amp;q=health+care&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=" target="_blank">busca pelo assunto com a funcionalidade lançada hoje</a>.</p>
<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2996" title="grafico" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg" alt="" width="655" height="298" /></a></p>
<p>Note como é simples identificar o pico de interesse no assunto entre os dias 21 2 24. No momento em que escrevo, estão acessíveis resultados retroativos a fevereiro deste ano. Minha impressão é de que esse período de busca deve ser expandido gradualmente, chegando até os primórdios (veja <a href="http://twitter.com/jack/status/20" target="_blank">aqui</a> aquele que é considerado o primeiro tweet) do Twitter.</p>
<p>O que importa é que agora será possível saber não só em que dias um determinado assunto esteve em maior evidência, mas também encontrar quem publicou sobre ele com a íntegra do contéudo original. <strong>Acredite: trata-se de informação que vale ouro nas mãos de quem sabe usar</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>P.S.: Se você tiver idéias ou exemplos interessantes de uso dessa nova funcionalidade, esteja à vontade para compartilhar aqui nos comentários.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Monitoramento web para quem não tem tempo a perder com isso</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/monitoramento-web-para-quem-nao-tem-tempo-a-perder-com-isso/</link>
		<comments>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/monitoramento-web-para-quem-nao-tem-tempo-a-perder-com-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 23:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[utilidade pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cdni.com.br/?p=2982</guid>
		<description><![CDATA[Se você acompanha a conversação sobre mídias sociais, certamente já trombou com um ou mais dos literalmente milhares de posts falando sobre a necessidade de ouvir. Pois bem. &#8220;Ouvir&#8221; de maneira sistematizada e alinhada a objetivos específicos é o que chamamos de monitoramento.
E não se engane: é importante mesmo. Sem isso, dificilmente se faz coisa que preste em matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acompanha a conversação sobre mídias sociais, certamente já trombou com um ou mais dos literalmente milhares de posts falando sobre a necessidade de <strong>ouvir.</strong><strong> </strong>Pois bem. &#8220;Ouvir&#8221; de maneira sistematizada e alinhada a objetivos específicos é o que chamamos de <strong>monitoramento</strong>.</p>
<p>E não se engane: é importante mesmo. Sem isso, dificilmente se faz coisa que preste em matéria de comunicação na Internet. Para ficar num exemplo simples, como saber o que falar, onde falar, com quem falar e como falar se você não conhece nada sobre o ambiente? O fato de que tantos profissionais da área estejam cansados de ouvir que é preciso ouvir (!) não diminui a importância do assunto.</p>
<p>Estimo que pelo menos 80% dos leitores deste blog conheçam as ferramentas e técnicas básicas para monitorar um tema qualquer na web social. Assim, o objetivo deste post é mostrar aos demais 20% como fazê-lo de maneira simples, eficaz e gratuita.<span id="more-2982"></span></p>
<p>Ah, sim: se você se enquadra no primeiro grupo, esteja à vontade para indicar este post para seus amigos do segundo. Melhor ainda, invista cinco minutos ensinando uma pessoa a fazer. Vale a pena.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p><strong>Monitorando blogs</strong><strong></strong></p>
<p>1. Crie uma conta do Google <a href="http://www.google.com/accounts/NewAccount" target="_blank">aqui</a>. Se já tem uma, comece do item 2.</p>
<p>2. Acesse o <a href="www.google.com.br/reader/" target="_blank">Google Reader</a> e faça o login. Esta será a sua &#8220;central de escuta&#8221;.</p>
<p>3. Abra uma nova aba ou janela do navegador e acesse o <a href="http://blogsearch.google.com/" target="_blank">Google Blog Search</a>. Faça uma busca pela sua empresa, marca, nome ou assunto de interesse.</p>
<p>4. Na página com os resultados da busca, há uma coluna à esquerda. Na última linha dessa coluna você verá &#8220;RSS&#8221; escrito em azul. Clique ali com o botão direito do mouse e selecione &#8220;Copiar endereço do link&#8221;.</p>
<p>5. Volte para o Google Reader e clique no botão &#8220;Adicionar inscrição&#8221;, que fica no alto da página, à esquerda. Um campo em branco vai aparecer. Cole ali o link que você copiou e pronto! Todas as vezes que o seu termo de busca for mencionado em um blog, o conteúdo será capturado e exibido no painel principal do Reader. Repita essa mesma operação com quantos termos quiser (produtos, concorrentes, etc.).</p>
<p><strong>Monitorando o Twitter</strong></p>
<p>1. Repita os passos 1 e 2 acima.</p>
<p>2. Acesse o <a href="http://search.twitter.com/" target="_blank">Twitter Search</a> e pesquise o termo desejado.</p>
<p>3. Na página com os resultados da busca, procure no canto direito alto por &#8220;Feed for this query&#8221;. Clique ali com o botão direito do mouse e selecione &#8220;Copiar endereço do link&#8221;.</p>
<p>4. Repita o passo descrito no item 5 e pronto! Toda vez que o termo que você buscou for citado no Twitter, o painel do Reader será atualizado.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Com o tempo, você vai aprender a organizar cada feed em pastas (&#8220;trabalho&#8221;, &#8220;futebol&#8221;, &#8220;compras&#8221;, etc.), e também a refinar os filtros das buscas para receber resultados mais relevantes, entre outras manhas.</p>
<p>É importante deixar claro que esse é o chamado basicão do basicão. A informação e a influência na Internet circulam de maneira muito mais ampla e complexa do que buscas simples dão a entender. De qualquer jeito, esse é um bom começo para quem ainda está se habituando a entender a dinâmica das conversações, até pela facilidade de acompanhar tudo de um único lugar.</p>
<p>Espero que seja útil pra você. Se tiver qualquer dúvida, é só escrever para <a href="mailto:paulo.henrique@cdn.com.br" target="_blank">paulo.henrique@cdn.com.br</a> que eu te explico como fazer.</p>
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		<title>Afinal, pode ou não pode?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[uso da internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Afinal, funcionários devem ou não devem ter acesso a blogs, YouTube, Twitter, Orkut e outras bossas no ambiente de trabalho? A pergunta é legítima, e também uma das mais freqüentes nos cursos e eventos sobre comunicação e marketing digital, tão em voga ultimamente.
A resposta fácil é não, não devem. A resposta honesta é depende. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, funcionários devem ou não devem ter acesso a blogs, YouTube, Twitter, Orkut e outras bossas no ambiente de trabalho? A pergunta é legítima, e também uma das mais freqüentes nos <a href="http://mashable.com/2010/03/15/mashable-events-mar15/" target="_blank">cursos e eventos sobre comunicação e marketing digital</a>, tão em voga ultimamente.</p>
<p>A resposta fácil é não, não devem. A resposta honesta é <em>depende</em>. Não me parece razoável acreditar em soluções universais e definitivas, quanto mais numa época em que a <a href="http://blog.sismoweb.com.br/empresas-nas-redes-sociais-casos-obvios-e-outros-nem-tanto/" target="_blank">customização é o elemento por trás do que há de mais interessante por aí</a>. Depois de algumas conversas e experiências recentes, tentei reunir alguns pontos que estão na essência do problema, a título de reflexão.</p>
<p>Muitas empresas bem que gostariam de ter um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Panaceia" target="_blank">manual universal</a> que dissesse a elas o que fazer &#8211; e tem gente por aí vendendo isso, infelizmente. Acontece que ele não existe, e nem existirá. Na falta de políticas genéricas, comprovadamente efetivas e de fácil implantação, o bom senso (nota: inércia não conta como bom senso) pede que cada organização crie suas próprias regras, com base na sua cultura, valores corporativos e objetivos de negócio.</p>
<p><em>Quanto mais simples, mais claras e em menor número forem essas regras, melhor</em>. Mesmo sendo pessoalmente a favor de uma abordagem mais liberal, ainda acredito que o que é combinado não é caro. As regras podem e devem ser acordadas previamente entre empresa e funcionário, e cumpridas de parte a parte. Nada de revolução, tudo de <em>evolução</em>.</p>
<p>Voltar ao básico do básico às vezes faz um bem danado. Como bem definiu um colega tempos atrás, a mera contratação de um profissional PRESSUPÕE confiança. Boa parte dos nossos relacionamentos pessoais e profissionais já é mediada pelas tecnologias de comunicação digital e pela infra-estrutura que as sustentam. É uma tendência não só irreversível como de crescimento acelerado. Nas palavras desse mesmo colega: &#8220;se um cliente ou fornecedor não tiver acesso à nossa página no YouTube, paciência. Ele também não terá acesso ao conteúdo sobre inovação em produtos e serviços que compartilhamos por lá.&#8221;</p>
<p>É muito provável que os hábitos digitais de estagiários e trainees admitidos por grandes empresas em 2004, por exemplo, pouco ou nada terão a ver com os hábitos digitais daqueles que ingressarão na empresa em 2014. Parece um caso extremo, mas imagine só se você já tivesse nascido com um perfil próprio no Orkut ou no Twitter, como alguns pais e mães <em>coruja </em>andam criando por aí.</p>
<p>Do ponto de vista da comunicação e dos relacionamentos, essa conectividade onipresente <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-rua-e-a-midia-a-midia-e-a-rua/" target="_blank">está fazendo ruir o muro que ainda divide quem está fora de quem está dentro da empresa</a>. Não se trata de pensar em termos de &#8220;funcionários da empresa XYZ nas mídias sociais&#8221;, e sim de entender a própria atuação da organização como parte de uma <a href="http://vimeo.com/9641036" target="_blank">sociedade mais e mais conectada a cada minuto</a>. Ninguém mais se lembra, mas em meados da década de 90 se discutia &#8211; a sério, juro &#8211; se os funcionários deveriam ter acesso a um endereço de email individual. Hoje, a discussão sobre o uso da Internet em geral e das mídias sociais pelos (mesmos?) funcionários corre o sério risco de se tornar acadêmica num futuro muito próximo. E você, o que pensa?</p>
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		<title>A IBM e a web social: clareza, comunicação e inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje pela manhã no seminário Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes, organizado pela Só Contact Center aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias da IBM, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a clareza de visão e objetivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje pela manhã no seminário <em><a href="http://www.socontactcenter.com/eventos/redessociais/" target="_blank">Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes</a></em>, organizado pela <a href="http://www.socontactcenter.com/" target="_blank">Só Contact Center</a> aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de <a href="http://twitter.com/ctaurion" target="_blank">Cezar Taurion</a>, Gerente de Novas Tecnologias da <a href="http://www.ibm.com/br/pt/" target="_blank">IBM</a>, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a <em>clareza de visão e objetivos</em> é algo tão essencial, e ao mesmo tempo tão negligenciado, que excercê-la com competência chega a ser um diferencial para muitas empresas &#8211; especialmente em tempos de poucas certezas e overdose de informação. <a href="http://www.metallica.com/Media/Albums/album_6_lyric.asp?skin_id=16#2" target="_blank">Triste, mas verdadeiro</a>.</p>
<p>Eis aqui uma interpretação pessoal das palavras que ouvi de Cezar: a IBM acredita na importância decisiva do capital intelectual para o futuro de seu negócio. Essa é sua <em>visão</em>. Fazer uso da tecnologia para alavancar esse capital, promovendo a inovação aberta (colaboração entre pessoas) como vantagem competitiva e estratégica é seu <em>objetivo</em>. Do ponto de vista do planejamento da comunicação, ter esses dois pontos bem definidos melhora dramaticamente a qualidade das decisões e ações em todos os níveis. Alguém duvida? Eu não.</p>
<p>Sobre as preocupações com segurança e os riscos de exposição negativa nos ambientes sociais, Cezar disse que &#8220;a mera contratação <em>pressupõe</em> confiança.&#8221; Uau. Ficou claro para mim que a cultura organizacional e o segmento em que a <em>Big Blue</em> atua contribuem muito para tornar essa postura mais plausível, mas quem dera as grandes corporações pudessem confiar assim na totalidade de seus funcionários.</p>
<p>De resto, os conceitos expostos por ele sobre a utilização de plataformas de publicação e colaboração pela IBM me pareceram dos mais lúcidos. Entre outras coisas, a empresa estimula a livre participação dos funcionários em fóruns, blogs e wikis &#8211; pelo menos naqueles relacionados aos projetos, suponho. Mas realmente interessante é notar que a IBM desenvolveu tecnologia e metodologia específicas para identificar e acompanhar as interações de cada indivíduo na busca e no desenvolvimento de soluções, estabelecendo políticas para reconhecer e até recompensar as idéias com maior potencial de criação de valor para as unidades de negócio e seus clientes. Não tenho mais detalhes sobre como isso acontece na prática, mas imagino que não deva ser nada fácil.</p>
<p>Criar sentido e valor a partir das relações entre pessoas e da resignificação da informação é um tremendo desafio para a chamada &#8220;economia do conhecimento.&#8221; Assim, não deixa de ser um alento perceber que uma organização influente como a IBM está assimilando o potencial das interações digitais para o futuro do negócio de maneira consistente e produtiva. Nada mal, considerando que ainda estamos na <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-idade-da-pedra-da-comunicacao-digital/" target="_blank">idade da pedra da comunicação digital</a>.</p>
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		<title>Innéov Solar: um final de semana perfeito</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/inneov-solar-um-final-de-semana-perfeito/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Saporito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[Innéov]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[solar]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o verão, o Innéov Solar, da L’Oréal, chega com uma ação diferenciada em seu blog “Se meu guarda-sol falasse…”: o concurso cultural “Meu Verão dos Sonhos”, que vai premiar com uma viagem para a Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Pernambuco.

Participar é fácil: basta acessar o blog, no endereço http://www.semeuguardasolfalasse.com.br, realizar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o verão, o Innéov Solar, da L’Oréal, chega com uma ação diferenciada em seu blog “Se meu guarda-sol falasse…”: o concurso cultural “Meu Verão dos Sonhos”, que vai premiar com uma viagem para a Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Pernambuco.</p>
<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/post_cdni_solar1-300x179.jpg" alt="" title="post_cdni_solar" width="300" height="179" class="alignnone size-medium wp-image-2576" /></p>
<p>Participar é fácil: basta acessar o blog, no endereço http://www.semeuguardasolfalasse.com.br, realizar o cadastro na página da promoção e responder, em até 500 caracteres, a pergunta: “Neste verão, como seria o seu final de semana perfeito?”.</p>
<p>O autor da melhor resposta viaja para Pernambuco, curte um fim de semana na Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, e fica hospedado na Pousada Tabapitanga, uma das mais charmosas do litoral pernambucano. E tudo isso com direito a levar um acompanhante.</p>
<p>O prazo para envio das respostas vai até o dia 08 de fevereiro e o resultado será divulgado, no próprio blog, em 12 de fevereiro. Na página do concurso, estão disponíveis informações gerais e o regulamento completo, com todas as informações necessárias para participar.</p>
<p>Criado para divulgar o Innéov Solar e abordar, sob a ótica de seis blogueiras convidadas, os assuntos quentes da estação mais esperada e festejada do Brasil, o “Se meu guarda-sol falasse…” conta com conteúdo sobre moda, beleza, comportamento e traz, ainda, as impressões pessoais das autoras sobre o produto da L’Oréal, criado em parceria com a Nestlé.</p>
<p>Assim como o blog, que está no ar desde novembro de 2009, a ação foi totalmente desenvolvida pela equipe da CDN Interativa, responsável pelo planejamento, criação, layout e desenvolvimento de todas as etapas e ferramentas do concurso.</p>
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		<title>#BOLS: Twitter, mobilização e o “ativismo de sofá”</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[bols]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada falamos aqui no blog sobre o magnífico esforço de ajuda às vitimas do terremoto no Haiti, e sobre como a velocidade e a escala em que ele está acontecendo só foi possivel graças à mobilização de uma sociedade intensamente conectada.
Não falta quem desqualifique esse fenômeno como um ativismo de sofá, mas os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada falamos aqui no blog sobre o magnífico esforço de ajuda às vitimas do terremoto no Haiti, e sobre como a velocidade e a escala em que ele está acontecendo só foi possivel graças à mobilização de uma sociedade intensamente conectada.</p>
<p>Não falta quem desqualifique esse fenômeno como um ativismo de sofá, mas os resultados práticos alcançados &#8211; sob a forma de doações em dinheiro, sangue e medicamentos &#8211; são expressivos e indiscutivelmente concretos. Mas será que só causas nobres e de visibilidade global são capazes de mobilizar pessoas conectadas por laços digitais? Um inusitado exemplo vindo do Rio de Janeiro sugere que não.</p>
<p>A exemplo do que acontece em São Paulo, está em vigor no Rio a chamada Lei Seca, que visa tirar de circulação os motoristas calibrados. Donde topar com uma blitz na volta da balada &#8211; ou da night, como se diz por lá &#8211; é tudo que estes gostariam de evitar. E é com a ajuda de uma singela hashtag no Twitter que eles estão conseguindo exatamente isso.</p>
<p>Trata-se da malandríssima #BOLS (Boletim Operação Lei Seca). A etiquetinha identifica os tweets que informam a localização, o horário e até a formação dos comandos da PM fluminense responsáveis pela fiscalização. Uma simples busca no Twitter é o suficiente para se saber, em tempo real, que caminhos evitar se você estiver conduzindo alcoolizado. Duvida? Veja por si próprio os resultados de uma busca por #BOLS no Twitter neste exato momento &#8211; e volte correndo aqui para o post, por gentileza <img src='http://blog.cdni.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>O principal perfil envolvido no trabalho de divulgação é o Lei Seca RJ, que tem respeitáveis 33 mil seguidores. A descrição do perfil é de uma cara-de-pau que só: “Conta para informações on-line sobre blitz de Lei Seca no RJ, que tanto atrapalham o trânsito e ferem nosso direito de ir e vir.” Presume-se que a descrição faz referência ao direito de ir e vir emborrachado e ao volante de um automóvel, claro.</p>
<p>Seria cômico se não fosse trágico, mas esse julgamento não interessa a este blog. O que nos interessa é que a expansão da infra-estrutura de comunicações o e a ubiqüidade de aparelhos móveis cada vez mais potentes e versáteis estão fazendo desse tipo de mobilização, superlocalizada no tempo e no espaço, algo corriqueiro. Pode anotar e me cobrar: o muro que separa a mídia e a rua está ruindo um pouco a cada dia, e não tardará a desaparecer de vez.</p>
<p>Estamos assistindo à emergência de uma sociedade conectada, na qual a comunicação de organizações e marcas terá de ser profundamente repensada. Quando qualquer pessoa pode consumir ou produzir qualquer informação, em qualquer formato, a qualquer hora e em qualquer lugar, as regras do jogo mudam &#8211; e muito. Como a experiência nos ensina todos os dias, relevância e credibilidade são os ativos mais valiosos da praça, e eles não são construídos do dia para a noite.</p>
<p>***</p>
<p>Atualização em 2 de fevereiro de 2010, 14h15: o leitor Eduardo Trevisan informa via comentário que a sigla BOLS significa “Blitz Operação Lei Seca”, e não “Boletim Operação Lei Seca”. Saiba mais sobre o trabalho do perfil @LeiSecaRJ nesta matéria do portal G1.</p>
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		<title>Lavando a alma … (ou, pelo menos, molhando a roupa) na saída da Campus Party</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Cá estou no último dia do evento. São 15 horas e saem os últimos campuseiros. Em caravanas rumo aos ônibus estacionados no Centro de Exposições Imigrantes, rachando táxi ou em pequenos grupos em direção ao metrô Jabaquara, participantes levam consigo seus computadores e mais contatos em suas bagagens. Rodrigo Machado, maranhense de 19 anos, conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cá estou no último dia do evento. São 15 horas e saem os últimos campuseiros. Em caravanas rumo aos ônibus estacionados no Centro de Exposições Imigrantes, rachando táxi ou em pequenos grupos em direção ao metrô Jabaquara, participantes levam consigo seus computadores e mais contatos em suas bagagens. Rodrigo Machado, maranhense de 19 anos, conta que teve a oportunidade de conhecer a maioria das pessoas que jogam online com ele há mais um ano.</p>
<p>Já a pequena carioca Myllena Reis, de dez anos, veio acompanhada de seu pai e sai com um novo pedido “ano que vem quero mais”. De jovens conectados a senhores que receberam seu batismo digital, a terceira #cpartybr  concretiza o evento na agenda de tecnologia no Brasil.</p>
<p>Hoje, de acordo com o Comitê Gestor de Internet (CGI), metade da população brasileira já utilizou a internet. Deste total, 16% dos internautas tupiniquins fazem compra pela rede digital. Pra se ter uma idéia, só no Natal as vendas online somaram R$ 1,6 bilhão em mercadorias e ano passado o total comercializado chegou a R$ 10,5 bilhões em compra direta de produtos.</p>
<p>Compras online são só um dos muitos exemplos que mostram o quanto o modelo de negócio focado em internet tende a ser vantajoso e eficaz, atingindo um público cada vez mais variado da população.</p>
<p>Inclusão digital, além da beleza da manutenção do processo de cidadania, oferece também novas possibilidades para empresas e prestadores de serviços conversar  com este público consumidor mais crítico e variado. Seja para uma criança de dez anos, ou um idoso de 70, serviços para dispositivos móveis, computadores personalizados, canais de comunicação segmentados, entre outros, tendem a ganhar quando ouvir o que cada um destes internautas está falando.</p>
<p>E aqui, na CParty, estes campuseiros falaram muito e mostraram que querem ouvir. E também atuar, cada dia mais, neste novo cenário que compõe a sociedade da informação brasileira.</p>
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		<item>
		<title>A reinvenção dos blogueiros</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um período que a comunicação se dá por 140 caracteres, o debate Transcendendo os textos: a evolução multimidiática dos blogs  teve como moderador Cazé Peçanha e os participantes Ariel Alexandre, André Passamani , Nicolas Vargas e Fernanda Bruno, Coodenadora do CiberIDEA ( Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade), da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2566" title="cimg32701-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cimg32701-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Em um período que a comunicação se dá por 140 caracteres, o debate Transcendendo os textos: a evolução multimidiática dos blogs  teve como moderador Cazé Peçanha e os participantes Ariel Alexandre, André Passamani , Nicolas Vargas e Fernanda Bruno, Coodenadora do CiberIDEA ( Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade), da UFRJ.</p>
<p>Apesar da verve dos blogs no Brasil ter ocorrido principalmente nos idos de 2000, a blogosfera brasileira se mantém em uma constante oscilação. Os primeiros eram, em sua maioria, “diários virtuais íntimos”, depois houve um leque maior e que impulsionou a faceta hoje conhecida.</p>
<p>O papel do blog é conversar sobre o gosto do autor, sobre o que ele tem de melhor a oferecer sobre um determinado assunto. Na blogosfera, todos podem ser especialistas e formadores de opinião com sua narrativa própria e compartilhar com uma vizinhança interessada. Isso é a linkania que, como Hernani Dimantas, doutor e especialista em cibercultura diz, “podemos dizer que hoje somos links. Links que se conectam com outros links”.</p>
<p>Os blogs hoje conversam não apenas usando textos, mas usufruindo e potencializando sua comunicação através de vídeos, fotos e áudio, além de links para outras redes sociais no mesmo espaço. “O que permanece é o blog ser um agregador de diversos pontos que o usuário já participa na rede, onde eu deposito diversos aplicativos de minhas outras conexões na rede”, conta a professora e coordenadora da UFRJ.</p>
<p>Na mesa, todos os participantes compartilharam da mesma opinião: os blogueiros estão se reinventando. Na contramão, temos que pensar que a rede, de maneira geral, possibilitou o surgimento de uma estética que eleva a criatividade e não pega como ponto principal qualidade do vídeo e imagem.</p>
<p>Não se pode esperar a mesma qualidade de um celular de uma produção feita em um estúdio. A inteligência está na apropriação da baixa qualidade técnica através de um rico processo narrativo, seja ele textual ou não.</p>
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		<item>
		<title>Reforma da lei do direito autoral, empresas e Creative Commons</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/reforma-da-lei-do-direito-autoral-empresas-e-creative-commons/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[autoral]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira é dia de balada, mas na Campus Party é dia de discussão acalorada. O painel mais esperado do dia (29/01) trouxe Lawrence Lessig, criador e fundador projeto Creative Commons, para discutir o futuro do compartilhamento nas redes digitais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/img_3483-300x2251.jpg" alt="" title="img_3483-300x225" width="300" height="225" class="alignnone size-full wp-image-2562" /></p>
<p>Sexta-feira é dia de balada, mas na Campus Party é dia de discussão acalorada. O painel mais esperado do dia (29/01) trouxe Lawrence Lessig, criador e fundador projeto Creative Commons, para discutir o futuro do compartilhamento nas redes digitais.</p>
<p>Creative Commons ainda é uma discussão que deve sair da Campus Party e ganhar as salas de muitas corporações….</p>
<p>As licenças criadas pela Creative Commons são inspiradas no modelo de licenciamento do software livre. Com isso, as licenças desta iniciativa são adequadas para conteúdo artístico, como livros, músicas, fotos. Porém, hoje, este tipo de iniciativa esbarra na questão dos direitos autorais registrados principalmente pela indústria fonográfica.</p>
<p>Alexandre Abdo, doutor pelo Instituto de Física (USP) e pela Universidade Columbia (EUA) e Felipe Sanches, engenheiro politécnico da Usp, também contribuem com essa discussão. Não sob o mesmo palco e holofotes que iluminaram Lessig, mas na vibe que se encontravam os campuseiros que ouviram a palestra do norte-americano.</p>
<p>Colaboradores da Fundação Wikimedia, Abdo e Felipe Sanches apóiam o uso de softwares livres, compartilhamento e distribuição de conteúdo.</p>
<p>Conversando com os dois, eu não podia deixar de perguntar : <strong><em>“como as empresas, as companhias privadas, podem assegurar  suas atuações em uma cultura na qual o que se emerge é a cultura do Creative Commons?”</em></strong></p>
<p>E a resposta não traz nenhuma fórmula-mágica, mas merece um minuto de sua atenção: <strong><em>“uma mudança possível é focar o negócio dessas corporações em inovação e serviços e não na exploração de exclusividade sobre a propriedade. Isso significa passar a concorrer em um mercado livre, o que exige competênciae criatividade”</em></strong>.</p>
<p>De acordo com afirmação dada por Lessig na palestra desta sexta-feira e compartilhada pelos pesquisadores brasileiros, “há no Brasil uma proposta avançada, mas ainda não aprovada na reforma do direito autoral. O Brasil tem a chance de liderar a transição para uma nova economia e ter a vantagem de ser o primeiro.”</p>
<p>“Em algumas áreas cobertas pelos direitos autorais, por exemplo para os softwares, um período de proteção maior que uma década após lançamento da obra já pode ser considerado algo excessivo e prejudicial à sociedade. Entretanto, seria necessário um mecanismo que garantisse o acesso ao código fonte de todo software no momento em que ele caia em domínio público, já que software sem código fonte é algo inútil e prejudicial aos usuários. Acesso ao código é um requisito básico para se efetivar o usufruto irrestrito pressuposto pelo domínio público”, complementa Felipe Sanches.</p>
<p>No que diz respeito à tecnologia, o esboço da reforma no direito autoral, principalmente, questões envolvendo distribuição de conteúdo pela internet. Neste sentido, o objetivo do MinC é legalizar a idéia de que a cópia privada de qualquer tipo de obra digital seja permitida sem a autorização expressa ou remuneração ao titular para uso privado, além de permitir o uso do conteúdo original em outra mídia que não aquela que o consumidor comprou em seu formato original.</p>
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