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	<title>CDNi</title>
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	<description>Agência de comunicação digital dedicada ao posicionamento e à gestão de marcas em ambiente on-line.</description>
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		<title>O perigo mora em casa</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 19:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Dantas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
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		<description><![CDATA[
Escrever sobre internet, mídias sociais, ações bacanas e pesquisas sobre mídias digitais é sempre um grande desafio. Hoje existe um sem-número de blogs que já tratam exaustivamente o assunto. Aceito o desafio, mas proponho um viés. Inicio hoje uma série de posts sobre as novas mídias e as crianças.
Deixando de lado essas polêmicas denominações e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/06/geracao_y1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3035" title="geracao_y" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/06/geracao_y1.jpg" alt="" width="655" height="260" /></a><br />
Escrever sobre internet, mídias sociais, ações bacanas e pesquisas sobre mídias digitais é sempre um grande desafio. Hoje existe um sem-número de blogs que já tratam exaustivamente o assunto. Aceito o desafio, mas proponho um viés. Inicio hoje uma série de posts sobre as <strong>novas mídias e as crianças.</strong></p>
<p>Deixando de lado essas polêmicas denominações e padronizações de comportamento de gerações, vou utilizar os termos para facilitar a identificação do público. A tão falada <strong>Geração Y – jovens entre 19 e 35 anos</strong>, também conhecidos como “nativos digitais” (inclusive eu!) – já estão no mercado de trabalho, são multitarefas e participam ativamente das redes sociais e do ambiente digital.</p>
<p><span id="more-3033"></span>Inúmeras pesquisas já apontam as características e perfis desses jovens, mas sempre trazem alguma novidade. Numa pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais (Ibmec) a novidade é dividir esses jovens em quatro perfis distintos: engajados, preocupados, céticos e desapegados.  Mas isso já é uma outra história, que você pode entender <a title="Agência Brasil" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/978590" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Meu interesse é falar sobre a <strong>Geração Z</strong>. Isso mesmo! Ela já existe. Já deram um nome para os filhos da <strong>Geração Y</strong>. E eu, que tenho dois desses lá em casa, posso afirmar: eles são mais engajados digitalmente e preocupados com os recursos digitais que a vida pode oferecer.  E mais: ao contrário de nós, que pedíamos para a mãe parar o carro bem longe da escola na hora da saída, evitando constrangimentos com os colegas, a Geração Z tem orgulho de seus pais. Eles querem exibir não só papai e mamãe, mas os gadgets que eles possuem.</p>
<p>Pais legais não existem mais. Agora são<strong> “cool”</strong> e carregam objetos desejados por seus filhos, como os smartphones. E touchscreen e aplicativos não são problemas. Eles sabem muito bem como lidar com esses obstáculos. Para quem convive com essa tal ‘Geração Z’ isso não é nenhuma novidade.</p>
<p>Preocupados em mostrar em forma de pesquisa e números esse engajamento das crianças, a <a title="Marketing Week" href="http://www.marketingweek.co.uk/in-depth-analysis/cover-stories/brand-awareness-comes-as-part-of-growing-up/3014357.article" target="_blank">Marketing Week</a> encomendou uma pesquisa à Fly Research e Discovery Reserch, que confirmou: <strong>as crianças de hoje sentem mais falta de seus pais</strong> do que da televisão, dos games, dos filmes e da Internet. E mais: as crianças de seis a 11 anos sabem muito bem o que querem e o que devem indicar para seus pais comprarem, inclusive quando o assunto é tecnologia. Mas isso já é assunto para um próximo post&#8230;</p>
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		<title>Eles estão te seguindo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 15:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Calvano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A demissão de um jornalista da revista National Geographic, devido a críticas feitas por ele à revista Veja (ambas da Editora Abril) pelo Twitter, acendeu o sinal de alerta aos usuários do microblog e das redes sociais.
Mas será que as empresas podem demitir caso considere a postura de um colaborador nestas ferramentas inadequada aos padrões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/05/11/imprensa35627.shtml" target="_blank">demissão</a> de um jornalista da revista National Geographic, devido a críticas feitas por ele à revista Veja (ambas da Editora Abril) pelo Twitter, acendeu o sinal de alerta aos usuários do microblog e das redes sociais.</p>
<p>Mas será que as empresas podem demitir caso considere a postura de um colaborador nestas ferramentas inadequada aos padrões da organização? De acordo com muitos advogados especializados em direito digital, sim.</p>
<p>Mas qual seria uma postura adequada?<span id="more-3019"></span></p>
<p>Como a empresa pode avaliar?</p>
<p>Diante de inúmeros questionamentos, podemos evitar possíveis problemas usando a ferramenta da melhor maneira e ter na cabeça que a linha entre dois aspectos de sua vida &#8211; o pessoal e o profissional &#8211; torna-se muito tênue na rede.</p>
<p>As mídias sociais são ambientes públicos. Antes de postar qualquer coisa pense: você falaria isso em público ou comentaria apenas em ambientes privados? Além de a mensagem ficar registrada – mesmo que seja apagada, alguém pode copiar a tela e repassá-la -, a grande visibilidade destas ferramentas amplifica a repercussão do que é escrito.</p>
<p>Isso quer dizer que você tem de pensar bem antes de escrever qualquer mensagem e nunca digitar no calor do momento, sob o risco de ser mal interpretado.</p>
<p>Colocar o cargo da empresa em mensagens pessoais pode abrir brecha para uma possível demissão por justa causa, pois a companhia pode alegar que houve vínculo direto. Portanto, se o seu perfil não for criado especificamente com a intenção de ser corporativo, é melhor não se apresentar como profissional de uma companhia.</p>
<p>Nunca fale mal das concorrentes: isso pode criar uma saia justa na organização, principalmente pelo fato de que a diferença entre o pessoal e o profissional se dilui nas redes sociais – uma palavra sua pode ser vista como uma visão da companhia.</p>
<p>Apesar da liberdade individual e do direito de opinião, cuidado com comentários sobre temas polêmicos, as ferramentas de relacionamento são um meio excelente para difundir informação e troca de opiniões sobre diversos assuntos. Mas é sempre bom tomar cuidados com comentários temas espinhosos, como religião, política e opções sexuais.</p>
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		<title>O direito autoral e o Creative Commons</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/o-direito-autoral-e-o-creative-commons/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 02:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>

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		<description><![CDATA[

Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA). O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Creative Commons" src="http://blogs.nyu.edu/blogs/gc69/stdin/creative_commons.jpg" alt="" width="252" height="95" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong><a href="http://direitorio.fgv.br/reforma-lda" target="_blank">Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA)</a></strong>. O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o <a href="http://culturadigital.org.br/site/lda" target="_blank">anteprojeto </a>que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p>A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como <a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/5198.html" target="_blank">lei 9.610</a>, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p>Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;<span id="more-3011"></span></p>
<p>Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do <a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a>, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft </em>como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p>Editoras de livro também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <a href="http://www.nature.com/omics/index.html" target="_blank">Nature</a>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <a href="http://www.fpabramo.org.br/" target="_blank">Fundação Perseu Abramo</a> e também pela <a href="http://editora.cosacnaify.com.br" target="_blank">Editora Cosac Naify</a>.</p>
<p>O próprio <a href="http://ocw.mit.edu/index.htm">MIT </a>possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p>Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da Fiat ao propor a construção de seu <a href="http://www.fiatmio.cc/" target="_blank"><strong>carro conceito Mio </strong></a>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu <a href="http://www.fiatmio.cc/makingof/pt/category/blog/" target="_blank">blog </a>e <a href="http://twitter.com/fiatmio" target="_blank">Twitter</a> , cada nova etapa do <strong>Mio </strong>é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em <strong>outubro deste ano</strong>, no <a href="http://www.salaodoautomovel.com.br/Home/" target="_blank">Salão do Automóvel, em São Paulo</a> e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
<p class="MsoNormal">Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong>Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA).</strong> O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o anteprojeto que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p class="MsoNormal">A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como lei 9.610, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p class="MsoNormal">Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do Creative Commons, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft</em> como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Editoras de livro</strong> também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <strong>Nature</strong>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <strong>Editora Cosac Naify</strong> e também pela <strong>Fundação Perseu Abramo.</strong></p>
<p class="MsoNormal">O próprio <strong>MIT</strong> possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p class="MsoNormal">Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da <strong>Fiat</strong> ao propor a construção de seu carro conceito <strong>Mio </strong>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu blog e Twitter (<a href="http://twitter.com/fiatmio">http://twitter.com/fiatmio</a>) , cada nova etapa do Mio é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em outubro deste ano, no <strong>Salão do Automóvel</strong>, em São Paulo e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony <span class="descricao">Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</span></p>
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		<title>O Facebook e a privacidade</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/o-facebook-e-a-privacidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 18:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Bertoncini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Fim da polêmica. O Facebook confirmou para a próxima semana a reformulação nas configurações dos perfis na rede social. A decisão foi anunciada em evento realizado na sede na empresa, em Palo Alto, nos Estados Unidos, e contemplará três áreas: Controles de Conteúdo, Informações Básicas e Aplicações e Sites.
A publicação de uma longa reportagem pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim da polêmica. O Facebook confirmou para a próxima semana a reformulação nas configurações dos perfis na rede social. A decisão foi anunciada em evento realizado na sede na empresa, em Palo Alto, nos Estados Unidos, e contemplará três áreas: Controles de Conteúdo, Informações Básicas e Aplicações e Sites.</p>
<p>A publicação de uma longa reportagem pela<a href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1990582,00.html" target="_blank"> TIME</a> trouxe à tona a discussão em torno da privacidade do usuário na maior rede social do mundo. Na reportagem, não faltaram argumentos. Desde o F8, conferência realizada no mês passado entre desenvolvedores para anunciar mudanças na plataforma, ao fato de os dados pessoais – como álbum de fotos e atividades desenvolvidas na rede social – serem informações públicas aos cadastrados no Facebook.</p>
<p>Contudo, o usuário ainda desconhece como alterar essas informações. Para isso, é necessário que o internauta conheça seis campos de privacidade, que prevê 36 mudanças em seu perfil.<span id="more-3006"></span></p>
<p>A TIME ilustrou com números alguns fatos envolvendo a rede social. De acordo com a reportagem, nas próximas semanas o Facebook deve alcançar 500 milhões de usuários. Além disso, mais de 100 mil sites já utilizam as ferramentas sociais anunciadas pela rede em abril (Atividade Recente e botão ‘Curti’). Para este último, a rede computa 100 milhões de cliques únicos.</p>
<p>Ainda, na web, alguns dados chamam a atenção. Em seis anos online, as <a href="http://www.facebook.com/policy.php">políticas de privacidade</a> do Facebook foram alteradas 17 vezes – quase três modificações por ano – ao passo que os <a href="http://www.tosback.org/policy.php?pid=10">termos de uso</a>, outra importante configuração de rede, foram revistos em outras sete oportunidades.</p>
<p><strong>O que o usuário pode esperar:</strong></p>
<p>Segundo Mark Zuckerberg, em Controles de Conteúdo, com poucos cliques será possível determinar se o conteúdo publicado em um perfil será aberto a todos ou poderá ser filtrado apenas para amigos ou para amigos de amigos.<br />
A ideia é reduzir a quantidade de informações básicas visualizadas por qualquer pessoa. Um mecanismo deve impedir que amigos vejam outros amigos da mesma pessoa.</p>
<p>O Facebook vai também simplificar os controles de acesso usados por aplicativos, jogos e sites. Deste modo, será possível bloquear completamente o acesso desses serviços aos dados de um perfil.</p>
<p>Este é o caminho que Zuckerberg traçou para diferenciar sua rede social do Twitter e do Orkut. A privacidade é fundamental para a consolidação de um ambiente virtual participativo, em linha com a definição do fundador do Facebook de “social utility” ou utilitário social.</p>
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		<title>Agência digital procura</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/agencia-digital-procura/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você está perseguindo uma carreira na interseção da Internet com a Comunicação Corporativa e o Marketing, saiba que estamos procurando uma pessoa para se juntar ao nosso time &#8211; e queremos conhecer o seu trabalho.
Aqui na CDN Interativa, a área de planejamento é responsável por essencialmente três coisas: definir com precisão o problema ou necessidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está perseguindo uma carreira na interseção da Internet com a Comunicação Corporativa e o Marketing, saiba que estamos procurando uma pessoa para se juntar ao nosso time &#8211; e queremos conhecer o seu trabalho.</p>
<p>Aqui na <strong>CDN Interativa</strong>, a área de planejamento é responsável por essencialmente três coisas: definir com precisão o problema ou necessidade de comunicação digital do cliente, propor uma solução concreta e mensurável e executá-la com responsabilidade e ousadia.</p>
<p>As palavras são bonitas, mas o trabalho é duro. Exige, entre outras coisas, muita sensibilidade e jogo de cintura para entender e se comunicar com clientes e públicos rigorosamente distintos entre si, além de uma postura proativa permanente para identificar novos caminhos num campo onde não há gurus nem dogmas, e em que tudo está por ser construído. Acredite: não há donos da verdade. Somos todos pioneiros, e estamos todos na trincheira.<span id="more-2998"></span></p>
<p><strong>A pessoa que procuramos</strong></p>
<p><strong></strong>Tem ótima formação &#8211; isto é, bagagem REAL de leitura, e não apenas uma lista de cursos, seminários e workshops &#8211; em pelo menos uma das disciplinas e especialidades de Comunicação ou de Marketing, e muita curiosidade para rever conceitos e se manter atualizada em uma área que avança aos saltos.</p>
<p>Apresenta um domínio NÃO-DESLUMBRADO das ferramentas e da linguagem da web, aliado a uma compreensão de como a informação circula, como a influência é exercida e que critérios ou indicadores podem ser usados para avaliá-la.</p>
<p>Está usando HOJE os recursos e o conhecimento que tem para avançar alguma causa, nem que seja a sua própria.</p>
<p>CONVIVE bem com prazos e responsabilidades, RESPEITA pessoas e opiniões diferentes e VALORIZA sua vida pessoal, porque sabe que trabalho não é tudo.</p>
<p><strong>&#8220;Gostei. E agora?&#8221;</strong></p>
<p>Como já dissemos, queremos conhecer o seu TRABALHO, e temos certeza de que você é muito mais interessante do que o seu CV sugere. Mais especificamente, queremos conhecer o seu trabalho <strong>em comunicação digital</strong>. Nada mais natural, já que somos uma agência de comunicação digital, onde você terá a missão de pensar &#8211; isso mesmo &#8211; a comunicação digital dos clientes.</p>
<p>Sendo assim, propomos um exercício simples. Uma discussão aberta a partir da seguinte pergunta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;People now have their own media channels. Companies are free to communicate and build meaningful relationships with them in a direct way, and we have every reason to believe that this will eventually happen. So what&#8217;s the point of an agency? How can an agency become indispensable to its clients in a business that risks becoming irrelevant altogether?&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Compartilhe sua opinião aqui mesmo, na caixa de comentários, em Português ou Inglês, <strong>até as 19h da próxima quarta-feira, dia  5 de maio, não esquecendo de informar nome, email e um link para seu site, blog, perfil ou portfolio.</strong></p>
<p>Convidaremos as pessoas com as idéias mais interessantes para um bate-papo aqui na CDN, em São Paulo, a partir do dia 6, para apresentar os detalhes da vaga.</p>
<p>Dúvidas? Sugestões? Previsões? Reclamações? É só dar um toque lá no Twitter para <a href="http://twitter.com/cdninterativa" target="_blank">@cdninterativa</a>, ou escrever para <a href="mailto:paulo.henrique@cdn.com.br">paulo.henrique@cdn.com.br</a>.</p>
<p>Em nome da nossa equipe, um abraço e boa sorte!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eu sei o que você tuitou no verão passado</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/eu-sei-o-que-voce-tuitou-no-verao-passado/</link>
		<comments>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/eu-sei-o-que-voce-tuitou-no-verao-passado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Blog Oficial do Google: já é possível usar a busca do próprio Google para acessar o conteúdo publicado no Twitter anterior a 7 dias.
Parece um detalhe inofensivo, mas não é. Se você quiser saber tudo o que foi discutido ali durante todo o mês de março sobre &#8220;health care&#8221; (por enquanto o serviço só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/04/replay-it-google-search-across-twitter.html" target="_blank">Deu no Blog Oficial do Google</a>: já é possível usar a busca do próprio Google para acessar o conteúdo publicado no Twitter anterior a 7 dias.</p>
<p>Parece um detalhe inofensivo, mas não é. Se você quiser saber tudo o que foi discutido ali durante todo o mês de março sobre &#8220;health care&#8221; (por enquanto o serviço só está disponível em inglês, daí a escolha deste exemplo dos EUA), a <a href="http://search.twitter.com/search?q=%22health+care%22" target="_blank">busca nativa do Twitter</a> não vai poder te ajudar, porque ela retornará <strong>apenas conteúdo publicado nos tais últimos 7 dias</strong>. Como já estamos no meio de abril, paciência.<span id="more-2991"></span></p>
<p>Uma das únicas maneiras de contornar essa limitação e ter acesso a tweets antigos era montar buscas via feed, <a href="http://bit.ly/czFepR" target="_blank">assunto que discutimos aqui recentemente</a>. Mas veja como ficaria uma <a href="http://www.google.com/search?hl=en&amp;tbo=1&amp;esrch=RTReplay&amp;qscrl=1&amp;tbs=mbl:1,mbl_hs:1267412400,mbl_he:1270090799&amp;q=health+care&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=" target="_blank">busca pelo assunto com a funcionalidade lançada hoje</a>.</p>
<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2996" title="grafico" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grafico.jpg" alt="" width="655" height="298" /></a></p>
<p>Note como é simples identificar o pico de interesse no assunto entre os dias 21 2 24. No momento em que escrevo, estão acessíveis resultados retroativos a fevereiro deste ano. Minha impressão é de que esse período de busca deve ser expandido gradualmente, chegando até os primórdios (veja <a href="http://twitter.com/jack/status/20" target="_blank">aqui</a> aquele que é considerado o primeiro tweet) do Twitter.</p>
<p>O que importa é que agora será possível saber não só em que dias um determinado assunto esteve em maior evidência, mas também encontrar quem publicou sobre ele com a íntegra do contéudo original. <strong>Acredite: trata-se de informação que vale ouro nas mãos de quem sabe usar</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>P.S.: Se você tiver idéias ou exemplos interessantes de uso dessa nova funcionalidade, esteja à vontade para compartilhar aqui nos comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Monitoramento web para quem não tem tempo a perder com isso</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/monitoramento-web-para-quem-nao-tem-tempo-a-perder-com-isso/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 23:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[utilidade pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você acompanha a conversação sobre mídias sociais, certamente já trombou com um ou mais dos literalmente milhares de posts falando sobre a necessidade de ouvir. Pois bem. &#8220;Ouvir&#8221; de maneira sistematizada e alinhada a objetivos específicos é o que chamamos de monitoramento.
E não se engane: é importante mesmo. Sem isso, dificilmente se faz coisa que preste em matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acompanha a conversação sobre mídias sociais, certamente já trombou com um ou mais dos literalmente milhares de posts falando sobre a necessidade de <strong>ouvir.</strong><strong> </strong>Pois bem. &#8220;Ouvir&#8221; de maneira sistematizada e alinhada a objetivos específicos é o que chamamos de <strong>monitoramento</strong>.</p>
<p>E não se engane: é importante mesmo. Sem isso, dificilmente se faz coisa que preste em matéria de comunicação na Internet. Para ficar num exemplo simples, como saber o que falar, onde falar, com quem falar e como falar se você não conhece nada sobre o ambiente? O fato de que tantos profissionais da área estejam cansados de ouvir que é preciso ouvir (!) não diminui a importância do assunto.</p>
<p>Estimo que pelo menos 80% dos leitores deste blog conheçam as ferramentas e técnicas básicas para monitorar um tema qualquer na web social. Assim, o objetivo deste post é mostrar aos demais 20% como fazê-lo de maneira simples, eficaz e gratuita.<span id="more-2982"></span></p>
<p>Ah, sim: se você se enquadra no primeiro grupo, esteja à vontade para indicar este post para seus amigos do segundo. Melhor ainda, invista cinco minutos ensinando uma pessoa a fazer. Vale a pena.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p><strong>Monitorando blogs</strong><strong></strong></p>
<p>1. Crie uma conta do Google <a href="http://www.google.com/accounts/NewAccount" target="_blank">aqui</a>. Se já tem uma, comece do item 2.</p>
<p>2. Acesse o <a href="www.google.com.br/reader/" target="_blank">Google Reader</a> e faça o login. Esta será a sua &#8220;central de escuta&#8221;.</p>
<p>3. Abra uma nova aba ou janela do navegador e acesse o <a href="http://blogsearch.google.com/" target="_blank">Google Blog Search</a>. Faça uma busca pela sua empresa, marca, nome ou assunto de interesse.</p>
<p>4. Na página com os resultados da busca, há uma coluna à esquerda. Na última linha dessa coluna você verá &#8220;RSS&#8221; escrito em azul. Clique ali com o botão direito do mouse e selecione &#8220;Copiar endereço do link&#8221;.</p>
<p>5. Volte para o Google Reader e clique no botão &#8220;Adicionar inscrição&#8221;, que fica no alto da página, à esquerda. Um campo em branco vai aparecer. Cole ali o link que você copiou e pronto! Todas as vezes que o seu termo de busca for mencionado em um blog, o conteúdo será capturado e exibido no painel principal do Reader. Repita essa mesma operação com quantos termos quiser (produtos, concorrentes, etc.).</p>
<p><strong>Monitorando o Twitter</strong></p>
<p>1. Repita os passos 1 e 2 acima.</p>
<p>2. Acesse o <a href="http://search.twitter.com/" target="_blank">Twitter Search</a> e pesquise o termo desejado.</p>
<p>3. Na página com os resultados da busca, procure no canto direito alto por &#8220;Feed for this query&#8221;. Clique ali com o botão direito do mouse e selecione &#8220;Copiar endereço do link&#8221;.</p>
<p>4. Repita o passo descrito no item 5 e pronto! Toda vez que o termo que você buscou for citado no Twitter, o painel do Reader será atualizado.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Com o tempo, você vai aprender a organizar cada feed em pastas (&#8220;trabalho&#8221;, &#8220;futebol&#8221;, &#8220;compras&#8221;, etc.), e também a refinar os filtros das buscas para receber resultados mais relevantes, entre outras manhas.</p>
<p>É importante deixar claro que esse é o chamado basicão do basicão. A informação e a influência na Internet circulam de maneira muito mais ampla e complexa do que buscas simples dão a entender. De qualquer jeito, esse é um bom começo para quem ainda está se habituando a entender a dinâmica das conversações, até pela facilidade de acompanhar tudo de um único lugar.</p>
<p>Espero que seja útil pra você. Se tiver qualquer dúvida, é só escrever para <a href="mailto:paulo.henrique@cdn.com.br" target="_blank">paulo.henrique@cdn.com.br</a> que eu te explico como fazer.</p>
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		<title>O que importa agora</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-ponta/o-que-importa/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 20:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na ponta]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Capa da revista Exame, edição de março/2010:
&#8220;O discurso do &#8216;cliente em primeiro lugar&#8217; continua em moda no mundo dos negócios. Trata-se de uma falácia. Uma pesquisa exclusiva mostra o abismo que separa a imagem que as empresas fazem de si próprias de como o consumidor as vê.&#8221;
Prepare o seu coração para as coisas que eu vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/03/post_exame.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2961" title="post_exame" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/03/post_exame.jpg" alt="" width="655" height="260" /></a></p>
<p>Capa da revista <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Exame</a>, edição de março/2010:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;O discurso do &#8216;cliente em primeiro lugar&#8217; continua em moda no mundo dos negócios. Trata-se de uma falácia. Uma pesquisa exclusiva mostra o abismo que separa a imagem que as empresas fazem de si próprias de como o consumidor as vê.&#8221;</em></p>
<p>Prepare o seu coração para as coisas que eu vou contar: <strong>a melhor maneira de ser percebido como xyz é SER xyz.</strong></p>
<p>É preciso olhar um pouco além da obsessão com mídias sociais, ações, divulgações, promoções, ferramentas, plataformas, métricas e universos. <em>Back to basics</em>: o papel principal da comunicação como atividade de suporte ao negócio é dar visibilidade, alcance e contexto apropriados ao que uma empresa <strong>É</strong>, não a aquilo que ela <strong>FINGE SER<span style="font-weight: normal;">.</span></strong> É só olhar em volta para perceber que a dissonância entre discurso e ação está se tornando um passivo cada vez maior para organizações, marcas e profissionais. O rei está nu, e o público já percebeu.</p>
<p>Fala-se muito em &#8220;tamanho da mudança&#8221;, e com razão. O que muita gente ainda não percebeu é que a tal mudança extrapola o que entendemos por comunicação, e até o que entendemos por Internet. A verdadeira mudança é de comportamento. Como <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-rua-e-a-midia-a-midia-e-a-rua/" target="_blank">já discutimos aqui</a>, <strong>a mídia está na rua, e a rua está na mídia</strong>. Conectividade ubíqua e ilimitada deu nisso.</p>
<p>Não precisa acreditar em mim. Vejamos o que têm a dizer sobre o assunto dois caras que estão conseguindo na prática o que todo mundo só teoriza, que é colocar a Internet a serviço do negócio com <a href="http://blog.sismoweb.com.br/como-atrair-50-mil-prospects-via-redes-sociais/" target="_blank">resultados concretos</a> pra mostrar: <a href="http://about.zappos.com/meet-our-monkeys/tony-hsieh-ceo" target="_blank">Tony Hsieh</a>, CEO do <a href="http://www.zappos.com/" target="_blank">Zappos</a>, e <a href="http://www.scottmonty.com" target="_blank">Scott Monty</a>, Head de Social Media da <a href="http://www.thefordstory.com/" target="_blank">Ford</a>. (Sim, a Ford dos EUA tem uma equipe de mídias sociais, <a href="http://www.businessweek.com/autos/autobeat/archives/2009/10/ford_spending_2.html" target="_blank">responsável por nada menos do que 25% do budget de marketing</a>. Saravá.)</p>
<p><a href="http://www.scottmonty.com/2010/03/role-of-leadership-in-social-media.html" target="_blank">Vai lá, Scott</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>A questão fundamental é a </em><strong><em>mudança de cultura</em></strong><em>. E esse tipo de mudança organizacional &#8211; que pode incluir a atualização de práticas de negócio &#8211; tem que vir do topo. Mais do que isso, tem que ser parte do que chamamos de </em><strong><em>liderança</em></strong><em>. (&#8230;) Nosso CEO promove uma cultura de transparência e abertura que está completamente alinhada com o nosso jeito de falar com os clientes. Consistência de propósito e mensagem é essencial.&#8221;</em></p>
<p><a href="http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog/2009/01/03/your-culture-is-your-brand" target="_blank">E </a><em><a href="http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog/2009/01/03/your-culture-is-your-brand" target="_blank">last but not least</a></em><a href="http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog/2009/01/03/your-culture-is-your-brand" target="_blank">, Tony</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Construir uma marca hoje é muito diferente do que era construir uma marca 50 anos atrás. Antes, um grupo de pessoas se reunia numa sala, decidia qual seria o posicionamento e gastava um monte de dinheiro em publicidade. E gastando dinheiro suficiente, você conseguia construir sua marca. O mundo é muito diferente hoje. Com a Internet conectando todo mundo, as empresas estão se tornando mais transparentes, </em><strong><em>gostem elas ou não</em></strong><em>. </em></p>
<p>Cabeça aberta, objetivos claros e mãos à obra, gente. Ainda está <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-idade-da-pedra-da-comunicacao-digital/" target="_blank">tudo por construir</a>. Ainda.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p><strong>Atualização em 22 de março de 2010:</strong> como o próprio Monty (!) nos informa em comentário abaixo &#8211; em português &#8211; os referidos 25% do budget de marketing da Ford incluem também as ações em marketing digital de maneira ampla, e não apenas em mídias sociais.</p>
<p>Thanks for stopping by, Scott! And keep up the good work.</p>
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		<title>Afinal, pode ou não pode?</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/afinal-pode-ou-nao-pode/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[uso da internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Afinal, funcionários devem ou não devem ter acesso a blogs, YouTube, Twitter, Orkut e outras bossas no ambiente de trabalho? A pergunta é legítima, e também uma das mais freqüentes nos cursos e eventos sobre comunicação e marketing digital, tão em voga ultimamente.
A resposta fácil é não, não devem. A resposta honesta é depende. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, funcionários devem ou não devem ter acesso a blogs, YouTube, Twitter, Orkut e outras bossas no ambiente de trabalho? A pergunta é legítima, e também uma das mais freqüentes nos <a href="http://mashable.com/2010/03/15/mashable-events-mar15/" target="_blank">cursos e eventos sobre comunicação e marketing digital</a>, tão em voga ultimamente.</p>
<p>A resposta fácil é não, não devem. A resposta honesta é <em>depende</em>. Não me parece razoável acreditar em soluções universais e definitivas, quanto mais numa época em que a <a href="http://blog.sismoweb.com.br/empresas-nas-redes-sociais-casos-obvios-e-outros-nem-tanto/" target="_blank">customização é o elemento por trás do que há de mais interessante por aí</a>. Depois de algumas conversas e experiências recentes, tentei reunir alguns pontos que estão na essência do problema, a título de reflexão.</p>
<p>Muitas empresas bem que gostariam de ter um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Panaceia" target="_blank">manual universal</a> que dissesse a elas o que fazer &#8211; e tem gente por aí vendendo isso, infelizmente. Acontece que ele não existe, e nem existirá. Na falta de políticas genéricas, comprovadamente efetivas e de fácil implantação, o bom senso (nota: inércia não conta como bom senso) pede que cada organização crie suas próprias regras, com base na sua cultura, valores corporativos e objetivos de negócio.</p>
<p><em>Quanto mais simples, mais claras e em menor número forem essas regras, melhor</em>. Mesmo sendo pessoalmente a favor de uma abordagem mais liberal, ainda acredito que o que é combinado não é caro. As regras podem e devem ser acordadas previamente entre empresa e funcionário, e cumpridas de parte a parte. Nada de revolução, tudo de <em>evolução</em>.</p>
<p>Voltar ao básico do básico às vezes faz um bem danado. Como bem definiu um colega tempos atrás, a mera contratação de um profissional PRESSUPÕE confiança. Boa parte dos nossos relacionamentos pessoais e profissionais já é mediada pelas tecnologias de comunicação digital e pela infra-estrutura que as sustentam. É uma tendência não só irreversível como de crescimento acelerado. Nas palavras desse mesmo colega: &#8220;se um cliente ou fornecedor não tiver acesso à nossa página no YouTube, paciência. Ele também não terá acesso ao conteúdo sobre inovação em produtos e serviços que compartilhamos por lá.&#8221;</p>
<p>É muito provável que os hábitos digitais de estagiários e trainees admitidos por grandes empresas em 2004, por exemplo, pouco ou nada terão a ver com os hábitos digitais daqueles que ingressarão na empresa em 2014. Parece um caso extremo, mas imagine só se você já tivesse nascido com um perfil próprio no Orkut ou no Twitter, como alguns pais e mães <em>coruja </em>andam criando por aí.</p>
<p>Do ponto de vista da comunicação e dos relacionamentos, essa conectividade onipresente <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-rua-e-a-midia-a-midia-e-a-rua/" target="_blank">está fazendo ruir o muro que ainda divide quem está fora de quem está dentro da empresa</a>. Não se trata de pensar em termos de &#8220;funcionários da empresa XYZ nas mídias sociais&#8221;, e sim de entender a própria atuação da organização como parte de uma <a href="http://vimeo.com/9641036" target="_blank">sociedade mais e mais conectada a cada minuto</a>. Ninguém mais se lembra, mas em meados da década de 90 se discutia &#8211; a sério, juro &#8211; se os funcionários deveriam ter acesso a um endereço de email individual. Hoje, a discussão sobre o uso da Internet em geral e das mídias sociais pelos (mesmos?) funcionários corre o sério risco de se tornar acadêmica num futuro muito próximo. E você, o que pensa?</p>
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		<title>Dados por dólares</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-ponta/dados-por-dolares/</link>
		<comments>http://blog.cdni.com.br/geral/na-ponta/dados-por-dolares/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 21:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na ponta]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[entretenimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no New York Times:
&#8220;Vão longe os tempos em que uma modesta conta telefônica de US$ 25 compunha a principal despesa com telecomunicações de uma família. Em 2004, o americano médio gastou US$ 779,90 anuais em serviços como TV a cabo, Internet e video games. Em 2008, esse valor chegou a US$ 903, já descontada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu no <a href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/technology/09spend.html?nl=technology&amp;emc=techupdateema1" target="_blank">New York Times</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;Vão longe os tempos em que uma modesta conta telefônica de US$ 25 compunha a principal despesa com telecomunicações de uma família. Em 2004, o americano médio gastou US$ 779,90 anuais em serviços como TV a cabo, Internet e video games. Em 2008, esse valor chegou a US$ 903, já descontada a inflação do período. (&#8230;) E esses dados não levam em consideração filmes, músicas e seriados assistidos online e/ou comprados em lojas virtuais.&#8221;</em></p>
<p>A matéria aponta corretamente que esses serviços se tornaram necessidades básicas, tanto quanto luz elétrica, água encanada e quetais. Como disse um dos punditos ouvidos, &#8220;o aumento da <strong>expectativa</strong> <strong>de conectividade</strong> faz com que <strong>a própria conectividade</strong> se torne essencial para que as pessoas sejam funcionais na sociedade.&#8221;</p>
<p>Os sinais são sutis, mas a tendência é clara. É mais do que tempo de começar a enxergar que &#8220;mídias sociais&#8221; são apenas parte de um fenômeno muito maior e mais importante chamado <strong><a href="http://ow.ly/YinJ" target="_blank">sociedade conectada</a><span style="font-weight: normal;">, </span></strong>e que é nela que as empresas competirão por atenção, relevância e credibilidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais contexto, menos confiança</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/em-numeros/mais-contexto-menos-confianca/</link>
		<comments>http://blog.cdni.com.br/geral/em-numeros/mais-contexto-menos-confianca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 22:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em números]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cdni.com.br/?p=2632</guid>
		<description><![CDATA[Como repórteres e editores estão usando informações e recursos das mídias sociais para fazer seu trabalho? O Programa de Mestrado em Relações Públicas Estratégicas da George Washington University quis saber, e conduziu uma pesquisa sobre o tema junto a 9100 jornalistas nos EUA entre setembro e novembro de 2009.
Os resultados publicados (leia na íntegra aqui) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como repórteres e editores estão usando informações e recursos das mídias sociais para fazer seu trabalho? O <a href="http://www.gspm.org/strategicpublicrelations" target="_blank">Programa de Mestrado em Relações Públicas Estratégicas</a> da <a href="http://www.gwu.edu/" target="_blank">George Washington University</a> quis saber, e conduziu uma <a href="http://us.cision.com/news_room/press_releases/2010/2010-1-20_gwu_survey.asp" target="_blank">pesquisa sobre o tema junto a 9100 jornalistas nos EUA entre setembro e novembro de 2009</a>.</p>
<p>Os resultados publicados (leia na íntegra <a href="http://bit.ly/a2OjRw" target="_blank">aqui</a>) sugerem um <em>aparente</em> paradoxo. Exemplo: por um lado, 89% dos jornalistas ouvidos disseram fazer uso de informações garimpadas em blogs. Por outro, 84% acreditam que as fontes das mídias sociais são &#8220;ligeiramente menos&#8221; ou &#8220;muito menos&#8221; confiáveis do que as da chamada mídia tradicional. A pergunta que cabe aqui é óbvia: por que os profissionais da Imprensa estão fazendo uso intenso de fontes que julgam ser <em>menos</em> confiáveis?</p>
<p>Não é razoável supor que os jornalistas estejam sendo ingênuos ou deliberadamente irresponsáveis. Mais provável é que estejam utilizando a variedade de pontos de vista que abunda na Internet como forma de encontrar personagens ou enriquecer suas histórias com ângulos diferentes sobre o mesmo assunto. Em uma palavra, o que eles buscam é <em>contexto</em>.</p>
<p>E o que pensam os jornalistas sobre os profissionais de RP? Segundo a pesquisa, 44% ainda dependem deles para &#8220;entrevistas e acesso a experts&#8221;, 23% para &#8220;respostas e dados específicos&#8221; e apenas 17% para &#8220;perspectiva, contexto e informações complementares.&#8221; Como se vê, é exatamente esta última necessidade que vem sendo suprida pelos <em>posts</em>, <em>tweets </em>e <em>shares </em>de gente comum, real e anônima.</p>
<p>Tempos atrás fiz uma pergunta sobre o futuro das RP a um <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pundit_(expert)" target="_blank">pundito</a></em> dos mais prestigiados da praça. Algo na linha &#8220;se as pessoas agora têm seus próprios canais de mídia, e as corporações estão percebendo que podem se comunicar e construir relacionamentos diretamente com elas, sem necessidade de intermediários, como fica a situação das empresas e profissionais de relações públicas?&#8221; Ouvi dele que &#8220;as agências têm que focar mais em criar e contar boas histórias e menos em publicidade.&#8221;</p>
<p>Ouviram? Mais fácil falar do que fazer, isso é certo. Mas todos nós que transitamos entre a comunicação corporativa, o jornalismo, o marketing e a publicidade conhecemos casos de gente que está reinventando o ofício ao mesmo tempo em que pratica a velha arte de contar histórias &#8211; com ótimos resultados.</p>
<p>Mudam os meios, mudam até as mensagens, mas o público continua lá. Mais do que nunca, fazer um grande trabalho é questão de sobrevivência.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por onde anda a primeira campanha global em mídia social?</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/em-numeros/por-onde-anda-a-primeira-campanha-global-em-midia-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 23:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em números]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Anda longe, e como! Tempos atrás falamos no Blog do SismoWeb sobre a primeira campanha efetivamente global ancorada na mídia social. A Expedition 206, da Coca-Cola, já percorreu 37 países dos 206 previstos no roteiro, e seus embaixadores da felicidade encontram-se neste exato momento a caminho da bucólica Burkina Faso. Passados os primeiros 60 dias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anda longe, e como! Tempos atrás falamos no Blog do SismoWeb sobre a <a href="http://blog.sismoweb.com.br/2010-o-ano-da-primeira-campanha-global-via-midias-sociais/" target="_blank">primeira campanha efetivamente global ancorada na mídia social</a>. A Expedition 206, da Coca-Cola, já percorreu 37 países dos 206 previstos no roteiro, e seus <a href="http://www.expedition206.com/e206_ambassadors.aspx" target="_blank">embaixadores da felicidade</a> encontram-se neste exato momento a caminho da bucólica <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Burkina_Faso" target="_blank">Burkina Faso</a>. Passados os primeiros 60 dias, vejamos alguns números atualizados da campanha.</p>
<p>- 8.903 visualizações em 95 vídeos postados no <a href="http://www.youtube.com/user/expedition206" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p>- 1.257 seguirores no <a href="http://twitter.com/x206" target="_blank">Twitter</a> após 240 tweets.</p>
<p>- 113 fotos postadas por 4 membros no <a href="http://www.flickr.com/groups/expedition206" target="_blank">Flickr</a>.</p>
<p>- 2 comentários nos últimos 10 posts no <a href="http://expedition206.typepad.com/" target="_blank">blog</a>.</p>
<p>Em se tratando de uma ação global, especialmente envolvendo uma marca como a Coca-Cola, esses indicadores realmente não chegam a impressionar. Mas, como <em>ainda </em><a href="http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/cpartybr-show-me-the-money/" target="_blank">não me cansei de dizer</a>, é preciso olhar além deles.</p>
<p>Em primeiro e mais importante lugar, não há como negar que é admirável a disposição da Coca para uma experimentação desse porte. Não se trata apenas de um desafio do ponto de vista da comunicação: as contingências logísticas da viagem (transporte, segurança, saúde, infra-estrutura, etc.) são simplesmente imprevisíveis, compondo um cenário de considerável risco para a turma que pôs o pé na estrada. Para ficar num único exemplo, como um eventual problema medianamente grave de segurança envolvendo Tony, Kelly ou Toño afetaria a percepção do público sobre a responsabilidade da empresa no ocorrido?</p>
<p>Em segundo lugar, não sabemos a que objetivos de negócio a campanha se presta, o que não nos autoriza a avaliar seu progresso. São eles os que realmente interessam quando falamos em qualquer forma de comunicação corporativa, e é a eles que as hoje tão discutidas métricas digitais devem estar atreladas. Até onde a vista alcança, comunicação, no mais das vezes, é uma atividade que está mais para <em>meio </em>do que para <em>fim</em><em>.</em></p>
<p>Independentemente dos resultados obtidos até agora, quero crer que a Coca sabe o que está fazendo. A julgar por <a href="http://www.slideshare.net/iStrategy/coca-colas-social-media-strategy" target="_blank">esta apresentação</a>, a empresa parece ter conhecimento apropriado de conceitos caros a muitas campanhas digitais bem sucedidas, como colocar os fãs da marca no centro da estratégia, estimular interações naturais <em>entre eles</em> e privilegiar projetos de médio e longo prazo em detrimento de ações pontuais.</p>
<p>Não é toda hora que nós comunicadores podemos acompanhar passo a passo uma experiência como essa, que põe à prova muito do que julgamos ser possível ou não em matéria de ações em múltiplos canais e engajamento com o público. Temos até o final da jornada, no dia 31 de dezembro, para aprender &#8211; e usar, claro &#8211; alguma coisa nova. Vale a pena tentar.</p>
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		<title>A IBM e a web social: clareza, comunicação e inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje pela manhã no seminário Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes, organizado pela Só Contact Center aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias da IBM, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a clareza de visão e objetivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje pela manhã no seminário <em><a href="http://www.socontactcenter.com/eventos/redessociais/" target="_blank">Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes</a></em>, organizado pela <a href="http://www.socontactcenter.com/" target="_blank">Só Contact Center</a> aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de <a href="http://twitter.com/ctaurion" target="_blank">Cezar Taurion</a>, Gerente de Novas Tecnologias da <a href="http://www.ibm.com/br/pt/" target="_blank">IBM</a>, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a <em>clareza de visão e objetivos</em> é algo tão essencial, e ao mesmo tempo tão negligenciado, que excercê-la com competência chega a ser um diferencial para muitas empresas &#8211; especialmente em tempos de poucas certezas e overdose de informação. <a href="http://www.metallica.com/Media/Albums/album_6_lyric.asp?skin_id=16#2" target="_blank">Triste, mas verdadeiro</a>.</p>
<p>Eis aqui uma interpretação pessoal das palavras que ouvi de Cezar: a IBM acredita na importância decisiva do capital intelectual para o futuro de seu negócio. Essa é sua <em>visão</em>. Fazer uso da tecnologia para alavancar esse capital, promovendo a inovação aberta (colaboração entre pessoas) como vantagem competitiva e estratégica é seu <em>objetivo</em>. Do ponto de vista do planejamento da comunicação, ter esses dois pontos bem definidos melhora dramaticamente a qualidade das decisões e ações em todos os níveis. Alguém duvida? Eu não.</p>
<p>Sobre as preocupações com segurança e os riscos de exposição negativa nos ambientes sociais, Cezar disse que &#8220;a mera contratação <em>pressupõe</em> confiança.&#8221; Uau. Ficou claro para mim que a cultura organizacional e o segmento em que a <em>Big Blue</em> atua contribuem muito para tornar essa postura mais plausível, mas quem dera as grandes corporações pudessem confiar assim na totalidade de seus funcionários.</p>
<p>De resto, os conceitos expostos por ele sobre a utilização de plataformas de publicação e colaboração pela IBM me pareceram dos mais lúcidos. Entre outras coisas, a empresa estimula a livre participação dos funcionários em fóruns, blogs e wikis &#8211; pelo menos naqueles relacionados aos projetos, suponho. Mas realmente interessante é notar que a IBM desenvolveu tecnologia e metodologia específicas para identificar e acompanhar as interações de cada indivíduo na busca e no desenvolvimento de soluções, estabelecendo políticas para reconhecer e até recompensar as idéias com maior potencial de criação de valor para as unidades de negócio e seus clientes. Não tenho mais detalhes sobre como isso acontece na prática, mas imagino que não deva ser nada fácil.</p>
<p>Criar sentido e valor a partir das relações entre pessoas e da resignificação da informação é um tremendo desafio para a chamada &#8220;economia do conhecimento.&#8221; Assim, não deixa de ser um alento perceber que uma organização influente como a IBM está assimilando o potencial das interações digitais para o futuro do negócio de maneira consistente e produtiva. Nada mal, considerando que ainda estamos na <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-idade-da-pedra-da-comunicacao-digital/" target="_blank">idade da pedra da comunicação digital</a>.</p>
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		<title>Comunicação também é cultura (corporativa)</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 20:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na ponta]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[A questão da cultura corporativa é crucial. Do ponto de vista do público, a mera presença oficial de uma marca na web PRESSUPÕE interação. Empresas que promovem internamente uma cultura de responsabilidade, transparência e autonomia estão naturalmente mais preparadas para tirar proveito das oportunidades que esse cenário oferece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma interessante matéria do site <a href="http://www.canalrh.com.br" target="_blank">Canal RH</a> fala sobre a demanda crescente por profissionais <em>antenados. </em>Leia dois trechos selecionados.</p>
<blockquote class="gmail_quote" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0.8ex; border-left-width: 1px; border-left-color: #cccccc; border-left-style: solid; padding-left: 1ex;"><p><em>Rafael Rosenhayme, coordenador de Planejamento em Mídia Digital da Frog, empresa especializada em estratégias de marketing para Internet, acredita que o sucesso das iniciativas online é resultado de um casamento entre o profissional capacitado para levar os projetos adiante na agência e o tomador de serviço ciente do impacto que esse contato próximo tem sobre os negócios. “O cliente está acostumado a enviar o briefing, aprovar o produto final e depois receber um relatório. Mas o consumidor mudou”, explica. Esse novo público quer se sentir ouvido e são as opiniões enviadas por ele que vão ajudar os gestores a prevenir erros e criar novas estratégias de atuação.</em></p>
<p><em>O gerente Executivo da Cobra Tecnologia, Luiz Fuzaro, alerta, porém, que “o problema é que muitas empresas não têm uma cultura de internet que acompanhe o movimento” de crescimento das redes sociais. Segundo o especialista, que tratou do assunto na Campus Party 2010, falta à maioria das empresas dar um passo importante: Adequar toda uma estrutura interna à nova realidade. “As empresas fazem sites como se fossem vitrines, que ficam ali paradas, passivas, esperando um acesso, enquanto o grande crescimento do uso da web está nas redes de relacionamento.”</em></p></blockquote>
<p>De fato, a questão da cultura corporativa é crucial. Do ponto de vista do público, a mera presença oficial de uma marca na web PRESSUPÕE interação. Empresas que promovem internamente uma cultura de responsabilidade, transparência e autonomia estão naturalmente mais preparadas para tirar proveito das oportunidades que esse cenário oferece.</p>
<p>Nenhuma organização é obrigada a se expor. Interagir ou não deve ser uma decisão de negócios. E comunicação, convém lembrar, não é solução para todos os problemas. Mas quanto feita com planejamento, honestidade e foco, ajuda, e muito.</p>
<p>(Gracias ao nosso antenado colega Otavio Ramos pela <a href="http://www.canalrh.com.br/Mundos/tecnologia_artigo.asp?ace_news=%7BA625AE9C-A1B4-48FE-8648-F3994C3CECCD%7D&amp;o=%7B47543B78-C0E2-4510-95F1-57372D5C3226%7D&amp;sp=9FT5QxAS.J-K7SK8;p?2/WUT9E.LByWQ7A" target="_blank">dica</a>.)</p>
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		<title>Eu, eu mesmo e Seth Godin em NY</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-ponta/eu-eu-mesmo-e-seth-godin-em-ny/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na ponta]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Seth Godin]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há números oficiais, mas duvido que eu seja o único brasileiro trabalhando em comunicação digital para quem Seth Godin é leitura diária. Às vezes me incomodo, é verdade, com o estilo guru do óbvio que o caracteriza, especialmente quando ele propõe idéias de dificílima aplicação no chamado mundo real. Mas o fato é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há números oficiais, mas duvido que eu seja o único brasileiro trabalhando em comunicação digital para quem <a href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">Seth Godin</a> é leitura diária. Às vezes me incomodo, é verdade, com o estilo guru do óbvio que o caracteriza, especialmente quando ele propõe idéias de dificílima aplicação no chamado mundo real. Mas o fato é que ele construiu o blog pessoal mais lido do mundo em língua inglesa trabalhando em admirável coerência com a filosofia que prega, e que eu resumiria assim: peça permissão; seja grato, mas não tente agradar a todos; recuse certezas de manual; e entregue &#8211; no sentido de deliver &#8211; sempre e muito.</p>
<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/p1050423-1-300x2251.jpg" alt="" title="p1050423-1-300x225" width="300" height="225" class="alignnone size-full wp-image-2581" /></p>
<p>Nunca tive particular interesse em conhecê-lo pessoalmente, mas uma incrível série de coincidências se encarregou de promover o encontro. Foi no último dia 8 de fevereiro, em Nova York, num dos eventos de lançamento do <a href="http://www.squidoo.com/linchpin" target="_blank">novo livro de Seth, <em>Linchpin</em></a>. O pequeno auditório da livraria <a href="http://www.borders.com/online/store/StoreDetailView_592" target="_blank">Borders</a>, localizada no complexo que abriga a sede da Time Warner, ficou menor ainda ao receber a multidinha que enfrentou o frio de dois graus negativos para vê-lo. A variedade do público presente foi mais uma demonstração de que, na Internet, a gente nunca sabe quem está do outro lado: homens, mulheres, crianças e até cachorros, de todas as idades e aparências, muitos em pé (com exceção dos cachorros) e achando o maior barato, veja você.</p>
<p>Seth chegou pontualmente às 19h, acompanhado do outro convidado da noite, <a href="http://blog.stevenpressfield.com/" target="_blank">Steven Pressfield</a>, autor do também recém-lançado The War of Art. Se você já assistiu a <a href="http://www.ted.com/speakers/seth_godin.html" target="_blank">vídeos das palestras de Seth no TED</a>, saiba que ele é em pessoa exatamente o que aparenta ser na tela: magérrimo, modos contidos, de fala mansa e extremamente articulada. Mas o melhor adjetivo que me ocorre para descrevê-lo é preparado. Goste-se ou não dele ou de suas idéias, fica evidente que se está diante de um homem que carrega amplo conhecimento teórico da sua área de atuação, e que expõe seu pensamento de maneira clara, direta e rica em imagens concretas. De quantos auto-proclamados gurus e outros habitués do surrado circuito de palestras se pode dizer o mesmo? Muitos poucos, certamente.</p>
<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/p1050413-300x2251.jpg" alt="" title="p1050413-300x225" width="300" height="225" class="alignnone size-full wp-image-2582" /></p>
<p>A discussão girou em torno do assunto central tanto no livro de Seth quanto no de Steven. Como vencer a resistência interna que nos empurra para a mediocridade, fazer um trabalho que realmente importa e deixar de ser apenas mais uma engrenagem na máquina de moer carne do capitalismo, tornando-se um profissional indispensável? Dito assim parece algo vago e abstrato, mas acredite: até que rendeu &#8211; mais do que eu esperava, pelo menos.</p>
<p>Nos primeiros 40 minutos, descontraído bate-bola entre os autores. Seth nos conta que Linchpin não trata dos insights e estratégias de comunicação e marketing que o consagraram. Seu novo objeto de interesse é o profissional indispensável, o artista, o criador de valor, a figura que faz a diferença e sem a qual nenhuma organização sobrevive. Segundo ele, “pessoas que seguem regras e lêem manuais para fazer seu trabalho são, por definição, substituíveis. São elas as primeiras a ir para a rua nos momentos de aperto. As pessoas de que uma empresa não pode prescindir são aquelas que ousam lançar novas idéias, estabelecer novas conexões e criar ordem a partir do caos.” Tudo muito bonito, mas experimente convencer o seu chefe disso. Anyway…</p>
<p>Seth concluiu o raciocínio notando que “a única coisa que pessoas de sucesso têm em comum é… serem pessoas de sucesso.” Um viva para o guru do óbvio, diriam os críticos. Na verdade, o que ele quer dizer é que essas pessoas podem vir de famílias ricas ou pobres; podem ser filhos de sangue ou adotivos (como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" target="_blank">Steve Jobs</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jeff_Bezos" target="_blank">Jeff Bezos</a>, citados nominalmente); podem ser nativos ou imigrantes; podem ter se graduado em Harvard, abandonado Harvard no primeiro ano ou nunca sequer ter passado perto de Harvard ou de qualquer banco de universidade. Nada disso importa. Para Seth, realizar um trabalho relevante é acima de tudo uma decisão pessoal, acessível a qualquer pessoa. O que posso dizer é que estou mais ou menos na metade de Linchpin e ele está quase me convencendo disso.</p>
<p>Há pouco eu falava em bate-bola entre os autores, mas talvez tenha exagerado. Seth tentava a todo momento passar a palavra ao discreto Steven, a quem tratou com grande admiração e deferência. Acontece que o próprio Steven parecia mais interessado em ouvir Seth do que em promover seu livro. Quem explica? Não eu, não aqui.</p>
<p>Ao final da exposição, abertura para 20 minutos de interação dos autores com o público. Eu havia preparado duas ou três perguntas sobre o futuro do profissional e das agências de RP em uma sociedade conectada, a relevância dos canais digitais para os objetivos de negócio das corporações e outras amenidades do gênero, mas elas me pareceram altamente off topic no contexto da conversa que rolava ali. Não querendo perder a viagem, pedi o microfone e me contentei em perguntar a ambos quais eram seus maiores medos (relacionados ao trabalho, por supuesto), e como lidavam com eles.</p>
<p>As respostas não me decepcionaram. Ouvi de Steven que seu maior medo é o de ter de lidar com a dor de não fazer o trabalho que ele se propôs a fazer, ou, em outras palavras, o de deixar de se comportar como um profissional. Um medinho mais do que razoável. Particularmente vindo de um escritor, cuja produção só depende de seus próprios meios e está sujeita a estados de humor desconhecidos da turma que bate cartão e recebe décimo terceiro. Como o próprio Steven lembrou, muita gente que vive de trabalhos ditos “criativos” sofre de alguma variação do chamado writer’s block, ou “bloqueio de escritor”, mas ninguém sofre de plumber’s block, ou “bloqueio de encanador”. É a vida.</p>
<p>De Seth, que sempre tem uma resposta (quase sempre rápida e convincente) para tudo, ouvi algo com que muitos de nós podemos nos identificar. Lembrando como amargou muitos anos no limbo, em trabalhos obscuros, sem que ninguém desse a mínima para o que ele tinha a dizer, contou que que sua maior insegurança é saber se estará à altura do reconhecimento de que hoje desfruta. Falando sobre o próprio evento em que estávamos, disse o seguinte: “mais de 100 pessoas estão aqui hoje para me ouvir. Muitas delas leram meus livros. São pessoas que prestigiam meu trabalho com sua atenção e seu dinheiro, e elas esperam alguma coisa de mim, desta oportunidade. Então o meu maior medo é saber, todos os dias, se eu farei justiça às oportunidades que me são dadas.”</p>
<p>Não tenho por que duvidar da sinceridade dele ao dizer isso. Mas observando in loco a postura de Seth, a imagem que ela projeta e as reações do público a frases de efeito como essa, pude ter uma idéia mais clara das razões que o tornaram tão popular. Tendo lido centenas de seus posts e alguns de seus livros, minha impressão é a de que Seth deliberadamente posiciona seu discurso a meio caminho entre o que queremos acreditar e o que efetivamente acreditamos.</p>
<p>A diferença é sutil, mas significativa. No fundo, a realidade do ambiente de trabalho corporativo típico é tão intolerável que nós simplesmente queremos acreditar que uma outra seja possível. As idéias de Seth nos dão a impressão de que essa outra realidade não só é possível como está ao nosso alcance, todos os dias. Talvez esteja, mas haja coragem, competência e paciência para criá-la. Na prática, isso é para poucos, muito poucos, e o próprio Seth parece saber disso. Perguntado sobre quantas pessoas seriam tocadas pelo seu livro a ponto de tomar a decisão de mudar algo em suas carreiras, Seth respondeu na lata: “dez pessoas, e já me darei por satisfeito.”</p>
<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/p1050428-300x2251.jpg" alt="" title="p1050428-300x225" width="300" height="225" class="alignnone size-full wp-image-2583" /></p>
<p>E ele tem toda a razão. Para cada pessoa decidida a fazer a diferença há milhares, talvez milhões de outras que se contentarão em ler sobre fazer a diferença. Como alguém já disse um dia, a procrastinação é o oitavo pecado capital, e é particularmente nociva nestes tempos de hiperconectividade e overdose de informação. Saravá.</p>
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		<title>Innéov Solar: um final de semana perfeito</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/inneov-solar-um-final-de-semana-perfeito/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Saporito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[Innéov]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[solar]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o verão, o Innéov Solar, da L’Oréal, chega com uma ação diferenciada em seu blog “Se meu guarda-sol falasse…”: o concurso cultural “Meu Verão dos Sonhos”, que vai premiar com uma viagem para a Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Pernambuco.

Participar é fácil: basta acessar o blog, no endereço http://www.semeuguardasolfalasse.com.br, realizar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o verão, o Innéov Solar, da L’Oréal, chega com uma ação diferenciada em seu blog “Se meu guarda-sol falasse…”: o concurso cultural “Meu Verão dos Sonhos”, que vai premiar com uma viagem para a Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, Pernambuco.</p>
<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/post_cdni_solar1-300x179.jpg" alt="" title="post_cdni_solar" width="300" height="179" class="alignnone size-medium wp-image-2576" /></p>
<p>Participar é fácil: basta acessar o blog, no endereço http://www.semeuguardasolfalasse.com.br, realizar o cadastro na página da promoção e responder, em até 500 caracteres, a pergunta: “Neste verão, como seria o seu final de semana perfeito?”.</p>
<p>O autor da melhor resposta viaja para Pernambuco, curte um fim de semana na Praia do Cupe, em Porto de Galinhas, e fica hospedado na Pousada Tabapitanga, uma das mais charmosas do litoral pernambucano. E tudo isso com direito a levar um acompanhante.</p>
<p>O prazo para envio das respostas vai até o dia 08 de fevereiro e o resultado será divulgado, no próprio blog, em 12 de fevereiro. Na página do concurso, estão disponíveis informações gerais e o regulamento completo, com todas as informações necessárias para participar.</p>
<p>Criado para divulgar o Innéov Solar e abordar, sob a ótica de seis blogueiras convidadas, os assuntos quentes da estação mais esperada e festejada do Brasil, o “Se meu guarda-sol falasse…” conta com conteúdo sobre moda, beleza, comportamento e traz, ainda, as impressões pessoais das autoras sobre o produto da L’Oréal, criado em parceria com a Nestlé.</p>
<p>Assim como o blog, que está no ar desde novembro de 2009, a ação foi totalmente desenvolvida pela equipe da CDN Interativa, responsável pelo planejamento, criação, layout e desenvolvimento de todas as etapas e ferramentas do concurso.</p>
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		<title>#BOLS: Twitter, mobilização e o “ativismo de sofá”</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/bols-twitter-mobilizacao-e-o-%e2%80%9cativismo-de-sofa%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[bols]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada falamos aqui no blog sobre o magnífico esforço de ajuda às vitimas do terremoto no Haiti, e sobre como a velocidade e a escala em que ele está acontecendo só foi possivel graças à mobilização de uma sociedade intensamente conectada.
Não falta quem desqualifique esse fenômeno como um ativismo de sofá, mas os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada falamos aqui no blog sobre o magnífico esforço de ajuda às vitimas do terremoto no Haiti, e sobre como a velocidade e a escala em que ele está acontecendo só foi possivel graças à mobilização de uma sociedade intensamente conectada.</p>
<p>Não falta quem desqualifique esse fenômeno como um ativismo de sofá, mas os resultados práticos alcançados &#8211; sob a forma de doações em dinheiro, sangue e medicamentos &#8211; são expressivos e indiscutivelmente concretos. Mas será que só causas nobres e de visibilidade global são capazes de mobilizar pessoas conectadas por laços digitais? Um inusitado exemplo vindo do Rio de Janeiro sugere que não.</p>
<p>A exemplo do que acontece em São Paulo, está em vigor no Rio a chamada Lei Seca, que visa tirar de circulação os motoristas calibrados. Donde topar com uma blitz na volta da balada &#8211; ou da night, como se diz por lá &#8211; é tudo que estes gostariam de evitar. E é com a ajuda de uma singela hashtag no Twitter que eles estão conseguindo exatamente isso.</p>
<p>Trata-se da malandríssima #BOLS (Boletim Operação Lei Seca). A etiquetinha identifica os tweets que informam a localização, o horário e até a formação dos comandos da PM fluminense responsáveis pela fiscalização. Uma simples busca no Twitter é o suficiente para se saber, em tempo real, que caminhos evitar se você estiver conduzindo alcoolizado. Duvida? Veja por si próprio os resultados de uma busca por #BOLS no Twitter neste exato momento &#8211; e volte correndo aqui para o post, por gentileza <img src='http://blog.cdni.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>O principal perfil envolvido no trabalho de divulgação é o Lei Seca RJ, que tem respeitáveis 33 mil seguidores. A descrição do perfil é de uma cara-de-pau que só: “Conta para informações on-line sobre blitz de Lei Seca no RJ, que tanto atrapalham o trânsito e ferem nosso direito de ir e vir.” Presume-se que a descrição faz referência ao direito de ir e vir emborrachado e ao volante de um automóvel, claro.</p>
<p>Seria cômico se não fosse trágico, mas esse julgamento não interessa a este blog. O que nos interessa é que a expansão da infra-estrutura de comunicações o e a ubiqüidade de aparelhos móveis cada vez mais potentes e versáteis estão fazendo desse tipo de mobilização, superlocalizada no tempo e no espaço, algo corriqueiro. Pode anotar e me cobrar: o muro que separa a mídia e a rua está ruindo um pouco a cada dia, e não tardará a desaparecer de vez.</p>
<p>Estamos assistindo à emergência de uma sociedade conectada, na qual a comunicação de organizações e marcas terá de ser profundamente repensada. Quando qualquer pessoa pode consumir ou produzir qualquer informação, em qualquer formato, a qualquer hora e em qualquer lugar, as regras do jogo mudam &#8211; e muito. Como a experiência nos ensina todos os dias, relevância e credibilidade são os ativos mais valiosos da praça, e eles não são construídos do dia para a noite.</p>
<p>***</p>
<p>Atualização em 2 de fevereiro de 2010, 14h15: o leitor Eduardo Trevisan informa via comentário que a sigla BOLS significa “Blitz Operação Lei Seca”, e não “Boletim Operação Lei Seca”. Saiba mais sobre o trabalho do perfil @LeiSecaRJ nesta matéria do portal G1.</p>
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		<title>Lavando a alma … (ou, pelo menos, molhando a roupa) na saída da Campus Party</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Cá estou no último dia do evento. São 15 horas e saem os últimos campuseiros. Em caravanas rumo aos ônibus estacionados no Centro de Exposições Imigrantes, rachando táxi ou em pequenos grupos em direção ao metrô Jabaquara, participantes levam consigo seus computadores e mais contatos em suas bagagens. Rodrigo Machado, maranhense de 19 anos, conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cá estou no último dia do evento. São 15 horas e saem os últimos campuseiros. Em caravanas rumo aos ônibus estacionados no Centro de Exposições Imigrantes, rachando táxi ou em pequenos grupos em direção ao metrô Jabaquara, participantes levam consigo seus computadores e mais contatos em suas bagagens. Rodrigo Machado, maranhense de 19 anos, conta que teve a oportunidade de conhecer a maioria das pessoas que jogam online com ele há mais um ano.</p>
<p>Já a pequena carioca Myllena Reis, de dez anos, veio acompanhada de seu pai e sai com um novo pedido “ano que vem quero mais”. De jovens conectados a senhores que receberam seu batismo digital, a terceira #cpartybr  concretiza o evento na agenda de tecnologia no Brasil.</p>
<p>Hoje, de acordo com o Comitê Gestor de Internet (CGI), metade da população brasileira já utilizou a internet. Deste total, 16% dos internautas tupiniquins fazem compra pela rede digital. Pra se ter uma idéia, só no Natal as vendas online somaram R$ 1,6 bilhão em mercadorias e ano passado o total comercializado chegou a R$ 10,5 bilhões em compra direta de produtos.</p>
<p>Compras online são só um dos muitos exemplos que mostram o quanto o modelo de negócio focado em internet tende a ser vantajoso e eficaz, atingindo um público cada vez mais variado da população.</p>
<p>Inclusão digital, além da beleza da manutenção do processo de cidadania, oferece também novas possibilidades para empresas e prestadores de serviços conversar  com este público consumidor mais crítico e variado. Seja para uma criança de dez anos, ou um idoso de 70, serviços para dispositivos móveis, computadores personalizados, canais de comunicação segmentados, entre outros, tendem a ganhar quando ouvir o que cada um destes internautas está falando.</p>
<p>E aqui, na CParty, estes campuseiros falaram muito e mostraram que querem ouvir. E também atuar, cada dia mais, neste novo cenário que compõe a sociedade da informação brasileira.</p>
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		<title>A reinvenção dos blogueiros</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um período que a comunicação se dá por 140 caracteres, o debate Transcendendo os textos: a evolução multimidiática dos blogs  teve como moderador Cazé Peçanha e os participantes Ariel Alexandre, André Passamani , Nicolas Vargas e Fernanda Bruno, Coodenadora do CiberIDEA ( Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade), da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2566" title="cimg32701-300x225" src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cimg32701-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Em um período que a comunicação se dá por 140 caracteres, o debate Transcendendo os textos: a evolução multimidiática dos blogs  teve como moderador Cazé Peçanha e os participantes Ariel Alexandre, André Passamani , Nicolas Vargas e Fernanda Bruno, Coodenadora do CiberIDEA ( Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade), da UFRJ.</p>
<p>Apesar da verve dos blogs no Brasil ter ocorrido principalmente nos idos de 2000, a blogosfera brasileira se mantém em uma constante oscilação. Os primeiros eram, em sua maioria, “diários virtuais íntimos”, depois houve um leque maior e que impulsionou a faceta hoje conhecida.</p>
<p>O papel do blog é conversar sobre o gosto do autor, sobre o que ele tem de melhor a oferecer sobre um determinado assunto. Na blogosfera, todos podem ser especialistas e formadores de opinião com sua narrativa própria e compartilhar com uma vizinhança interessada. Isso é a linkania que, como Hernani Dimantas, doutor e especialista em cibercultura diz, “podemos dizer que hoje somos links. Links que se conectam com outros links”.</p>
<p>Os blogs hoje conversam não apenas usando textos, mas usufruindo e potencializando sua comunicação através de vídeos, fotos e áudio, além de links para outras redes sociais no mesmo espaço. “O que permanece é o blog ser um agregador de diversos pontos que o usuário já participa na rede, onde eu deposito diversos aplicativos de minhas outras conexões na rede”, conta a professora e coordenadora da UFRJ.</p>
<p>Na mesa, todos os participantes compartilharam da mesma opinião: os blogueiros estão se reinventando. Na contramão, temos que pensar que a rede, de maneira geral, possibilitou o surgimento de uma estética que eleva a criatividade e não pega como ponto principal qualidade do vídeo e imagem.</p>
<p>Não se pode esperar a mesma qualidade de um celular de uma produção feita em um estúdio. A inteligência está na apropriação da baixa qualidade técnica através de um rico processo narrativo, seja ele textual ou não.</p>
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		<title>Reforma da lei do direito autoral, empresas e Creative Commons</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[autoral]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira é dia de balada, mas na Campus Party é dia de discussão acalorada. O painel mais esperado do dia (29/01) trouxe Lawrence Lessig, criador e fundador projeto Creative Commons, para discutir o futuro do compartilhamento nas redes digitais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.cdni.com.br/wp-content/uploads/2010/02/img_3483-300x2251.jpg" alt="" title="img_3483-300x225" width="300" height="225" class="alignnone size-full wp-image-2562" /></p>
<p>Sexta-feira é dia de balada, mas na Campus Party é dia de discussão acalorada. O painel mais esperado do dia (29/01) trouxe Lawrence Lessig, criador e fundador projeto Creative Commons, para discutir o futuro do compartilhamento nas redes digitais.</p>
<p>Creative Commons ainda é uma discussão que deve sair da Campus Party e ganhar as salas de muitas corporações….</p>
<p>As licenças criadas pela Creative Commons são inspiradas no modelo de licenciamento do software livre. Com isso, as licenças desta iniciativa são adequadas para conteúdo artístico, como livros, músicas, fotos. Porém, hoje, este tipo de iniciativa esbarra na questão dos direitos autorais registrados principalmente pela indústria fonográfica.</p>
<p>Alexandre Abdo, doutor pelo Instituto de Física (USP) e pela Universidade Columbia (EUA) e Felipe Sanches, engenheiro politécnico da Usp, também contribuem com essa discussão. Não sob o mesmo palco e holofotes que iluminaram Lessig, mas na vibe que se encontravam os campuseiros que ouviram a palestra do norte-americano.</p>
<p>Colaboradores da Fundação Wikimedia, Abdo e Felipe Sanches apóiam o uso de softwares livres, compartilhamento e distribuição de conteúdo.</p>
<p>Conversando com os dois, eu não podia deixar de perguntar : <strong><em>“como as empresas, as companhias privadas, podem assegurar  suas atuações em uma cultura na qual o que se emerge é a cultura do Creative Commons?”</em></strong></p>
<p>E a resposta não traz nenhuma fórmula-mágica, mas merece um minuto de sua atenção: <strong><em>“uma mudança possível é focar o negócio dessas corporações em inovação e serviços e não na exploração de exclusividade sobre a propriedade. Isso significa passar a concorrer em um mercado livre, o que exige competênciae criatividade”</em></strong>.</p>
<p>De acordo com afirmação dada por Lessig na palestra desta sexta-feira e compartilhada pelos pesquisadores brasileiros, “há no Brasil uma proposta avançada, mas ainda não aprovada na reforma do direito autoral. O Brasil tem a chance de liderar a transição para uma nova economia e ter a vantagem de ser o primeiro.”</p>
<p>“Em algumas áreas cobertas pelos direitos autorais, por exemplo para os softwares, um período de proteção maior que uma década após lançamento da obra já pode ser considerado algo excessivo e prejudicial à sociedade. Entretanto, seria necessário um mecanismo que garantisse o acesso ao código fonte de todo software no momento em que ele caia em domínio público, já que software sem código fonte é algo inútil e prejudicial aos usuários. Acesso ao código é um requisito básico para se efetivar o usufruto irrestrito pressuposto pelo domínio público”, complementa Felipe Sanches.</p>
<p>No que diz respeito à tecnologia, o esboço da reforma no direito autoral, principalmente, questões envolvendo distribuição de conteúdo pela internet. Neste sentido, o objetivo do MinC é legalizar a idéia de que a cópia privada de qualquer tipo de obra digital seja permitida sem a autorização expressa ou remuneração ao titular para uso privado, além de permitir o uso do conteúdo original em outra mídia que não aquela que o consumidor comprou em seu formato original.</p>
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