Deu no New York Times:
“Vão longe os tempos em que uma modesta conta telefônica de US$ 25 compunha a principal despesa com telecomunicações de uma famÃlia. Em 2004, o americano médio gastou US$ 779,90 anuais em serviços como TV a cabo, Internet e video games. Em 2008, esse valor chegou a US$ 903, já descontada a inflação do perÃodo. (…) E esses dados não levam em consideração filmes, músicas e seriados assistidos online e/ou comprados em lojas virtuais.”
A matéria aponta corretamente que esses serviços se tornaram necessidades básicas, tanto quanto luz elétrica, água encanada e quetais. Como disse um dos punditos ouvidos, “o aumento da expectativa de conectividade faz com que a própria conectividade se torne essencial para que as pessoas sejam funcionais na sociedade.”
Os sinais são sutis, mas a tendência é clara. É mais do que tempo de começar a enxergar que “mÃdias sociais” são apenas parte de um fenômeno muito maior e mais importante chamado sociedade conectada, e que é nela que as empresas competirão por atenção, relevância e credibilidade.











