
Escrever sobre internet, mídias sociais, ações bacanas e pesquisas sobre mídias digitais é sempre um grande desafio. Hoje existe um sem-número de blogs que já tratam exaustivamente o assunto. Aceito o desafio, mas proponho um viés. Inicio hoje uma série de posts sobre as novas mídias e as crianças.
Deixando de lado essas polêmicas denominações e padronizações de comportamento de gerações, vou utilizar os termos para facilitar a identificação do público. A tão falada Geração Y – jovens entre 19 e 35 anos, também conhecidos como “nativos digitais” (inclusive eu!) – já estão no mercado de trabalho, são multitarefas e participam ativamente das redes sociais e do ambiente digital.
Inúmeras pesquisas já apontam as características e perfis desses jovens, mas sempre trazem alguma novidade. Numa pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mercados de Capitais (Ibmec) a novidade é dividir esses jovens em quatro perfis distintos: engajados, preocupados, céticos e desapegados. Mas isso já é uma outra história, que você pode entender aqui.
Meu interesse é falar sobre a Geração Z. Isso mesmo! Ela já existe. Já deram um nome para os filhos da Geração Y. E eu, que tenho dois desses lá em casa, posso afirmar: eles são mais engajados digitalmente e preocupados com os recursos digitais que a vida pode oferecer. E mais: ao contrário de nós, que pedíamos para a mãe parar o carro bem longe da escola na hora da saída, evitando constrangimentos com os colegas, a Geração Z tem orgulho de seus pais. Eles querem exibir não só papai e mamãe, mas os gadgets que eles possuem.
Pais legais não existem mais. Agora são “cool” e carregam objetos desejados por seus filhos, como os smartphones. E touchscreen e aplicativos não são problemas. Eles sabem muito bem como lidar com esses obstáculos. Para quem convive com essa tal ‘Geração Z’ isso não é nenhuma novidade.
Preocupados em mostrar em forma de pesquisa e números esse engajamento das crianças, a Marketing Week encomendou uma pesquisa à Fly Research e Discovery Reserch, que confirmou: as crianças de hoje sentem mais falta de seus pais do que da televisão, dos games, dos filmes e da Internet. E mais: as crianças de seis a 11 anos sabem muito bem o que querem e o que devem indicar para seus pais comprarem, inclusive quando o assunto é tecnologia. Mas isso já é assunto para um próximo post…












Muito bom, Fê!
Um post informativo, gostoso de ler e escrito com conhecimento de causa. Queremos mais!
Um beijo e bom trabalho!
Paulinho.