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	<title>CDNi &#187; colaboração</title>
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	<description>Agência de comunicação digital dedicada ao posicionamento e à gestão de marcas em ambiente on-line.</description>
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		<title>O direito autoral e o Creative Commons</title>
		<link>http://blog.cdni.com.br/geral/na-pratica/o-direito-autoral-e-o-creative-commons/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 02:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Kiyomura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>

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Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA). O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Creative Commons" src="http://blogs.nyu.edu/blogs/gc69/stdin/creative_commons.jpg" alt="" width="252" height="95" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong><a href="http://direitorio.fgv.br/reforma-lda" target="_blank">Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA)</a></strong>. O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o <a href="http://culturadigital.org.br/site/lda" target="_blank">anteprojeto </a>que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p>A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como <a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/5198.html" target="_blank">lei 9.610</a>, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p>Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;<span id="more-3011"></span></p>
<p>Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do <a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a>, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft </em>como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p>Editoras de livro também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <a href="http://www.nature.com/omics/index.html" target="_blank">Nature</a>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <a href="http://www.fpabramo.org.br/" target="_blank">Fundação Perseu Abramo</a> e também pela <a href="http://editora.cosacnaify.com.br" target="_blank">Editora Cosac Naify</a>.</p>
<p>O próprio <a href="http://ocw.mit.edu/index.htm">MIT </a>possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p>Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da Fiat ao propor a construção de seu <a href="http://www.fiatmio.cc/" target="_blank"><strong>carro conceito Mio </strong></a>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu <a href="http://www.fiatmio.cc/makingof/pt/category/blog/" target="_blank">blog </a>e <a href="http://twitter.com/fiatmio" target="_blank">Twitter</a> , cada nova etapa do <strong>Mio </strong>é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em <strong>outubro deste ano</strong>, no <a href="http://www.salaodoautomovel.com.br/Home/" target="_blank">Salão do Automóvel, em São Paulo</a> e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/xE4L_kyx39w&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</p>
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<p class="MsoNormal">Na próxima quarta-feira (09/06) acontece na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) o <strong>Seminário sobre a Reforma da Lei de Direito Autoral (LDA).</strong> O evento tem como objetivo contextualizar e analisar os principais pontos da atual lei e discutir o impacto das novas tecnologias sobre a produção e distribuição de conteúdo, a partir da perspectiva da economia da cultura e dos direitos autorais. Além disso, busca avaliar o anteprojeto que, em breve, será submetido à consulta pública antes de ser apresentado pelo MinC.</p>
<p class="MsoNormal">A reforma da Lei de Direito Autoral, conhecida como lei 9.610, é um importante passo no direito brasileiro pós-Internet. Isso porque a LDA que hoje está em voga data do ano 1998, quando a troca, a modificação, o remix de conteúdo ainda não eram as principais atrações da web. Mesmo porque, isso só veio depois da popularização da web 2.0.</p>
<p class="MsoNormal">Pois é, países, como não dá para remar contra a maré, o mais sensato é rever e adaptar as leis para um novo contexto de uma sociedade conectada&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Lawrence Lessig, desde 2001, vem aprimorando estudos e diretrizes em relação ao direito autoral digital. À frente do Creative Commons, Lessig e sua equipe defendem hoje a versão 3.0 de licenças que, ao invés de se apoiarem no <em>copyright</em>, apresentam o <em>copyleft</em> como um formato conciliador com a legislação internacional sobre direitos autorais, como as Convenções de Berna e Roma.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Editoras de livro</strong> também já vêm aderindo ao Creative Commons, disponibilizando algumas de suas obras esgotadas, leitura de capítulos, podcasts de livros, artigos científicos (como a <strong>Nature</strong>, que abriu a leitura gratuita de toda sua publicação sobre genoma). No Brasil, isso foi encabeçado pela <strong>Editora Cosac Naify</strong> e também pela <strong>Fundação Perseu Abramo.</strong></p>
<p class="MsoNormal">O próprio <strong>MIT</strong> possui cursos online gratuitos que você pode acompanhar nas mais diversas áreas de conhecimento. Basta ter disciplina e saber um pouco de inglês, já que nem todos os cursos oferecidos são traduzidos.</p>
<p class="MsoNormal">Ousadia em termos de colaboração é mesmo a idéia da <strong>Fiat</strong> ao propor a construção de seu carro conceito <strong>Mio </strong>baseado na participação aberta e coletiva. Nunca antes em um símbolo tão proprietário como a indústria automobilística um projeto esteve tão acessível aos olhos atentos de consumidores e fabricantes concorrentes. Em seu blog e Twitter (<a href="http://twitter.com/fiatmio">http://twitter.com/fiatmio</a>) , cada nova etapa do Mio é apresentada aos internautas que podem também dar seus pitacos. O resultado final com a construção participativa do Mio será apresentado em outubro deste ano, no <strong>Salão do Automóvel</strong>, em São Paulo e a torcida já é grande. Pelo menos entre os 15mil primeiros participantes da formulação do Mio em ambiente online.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Pois é, Creative Commons e LDA é uma discussão que vai render muito neste seminário de 9 de junho, lá na FGV-RJ. Exemplos não faltam e habitam não só espaços de trocas em redes, mas cada vez mais estão nas salas de grandes empresas e instituições como a Fiat, Sony <span class="descricao">Entertainment, entre outras para rever e reaquecer seus modelos de negócios.</span></p>
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		<title>A IBM e a web social: clareza, comunicação e inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na prática]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[SM Policy]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive hoje pela manhã no seminário Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes, organizado pela Só Contact Center aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias da IBM, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a clareza de visão e objetivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje pela manhã no seminário <em><a href="http://www.socontactcenter.com/eventos/redessociais/" target="_blank">Redes Sociais, CRM Social e Relacionamento com Clientes</a></em>, organizado pela <a href="http://www.socontactcenter.com/" target="_blank">Só Contact Center</a> aqui em São Paulo. Assistindo à breve apresentação de <a href="http://twitter.com/ctaurion" target="_blank">Cezar Taurion</a>, Gerente de Novas Tecnologias da <a href="http://www.ibm.com/br/pt/" target="_blank">IBM</a>, um pensamento não me saía da cabeça. Em qualquer forma de comunicação corporativa, a <em>clareza de visão e objetivos</em> é algo tão essencial, e ao mesmo tempo tão negligenciado, que excercê-la com competência chega a ser um diferencial para muitas empresas &#8211; especialmente em tempos de poucas certezas e overdose de informação. <a href="http://www.metallica.com/Media/Albums/album_6_lyric.asp?skin_id=16#2" target="_blank">Triste, mas verdadeiro</a>.</p>
<p>Eis aqui uma interpretação pessoal das palavras que ouvi de Cezar: a IBM acredita na importância decisiva do capital intelectual para o futuro de seu negócio. Essa é sua <em>visão</em>. Fazer uso da tecnologia para alavancar esse capital, promovendo a inovação aberta (colaboração entre pessoas) como vantagem competitiva e estratégica é seu <em>objetivo</em>. Do ponto de vista do planejamento da comunicação, ter esses dois pontos bem definidos melhora dramaticamente a qualidade das decisões e ações em todos os níveis. Alguém duvida? Eu não.</p>
<p>Sobre as preocupações com segurança e os riscos de exposição negativa nos ambientes sociais, Cezar disse que &#8220;a mera contratação <em>pressupõe</em> confiança.&#8221; Uau. Ficou claro para mim que a cultura organizacional e o segmento em que a <em>Big Blue</em> atua contribuem muito para tornar essa postura mais plausível, mas quem dera as grandes corporações pudessem confiar assim na totalidade de seus funcionários.</p>
<p>De resto, os conceitos expostos por ele sobre a utilização de plataformas de publicação e colaboração pela IBM me pareceram dos mais lúcidos. Entre outras coisas, a empresa estimula a livre participação dos funcionários em fóruns, blogs e wikis &#8211; pelo menos naqueles relacionados aos projetos, suponho. Mas realmente interessante é notar que a IBM desenvolveu tecnologia e metodologia específicas para identificar e acompanhar as interações de cada indivíduo na busca e no desenvolvimento de soluções, estabelecendo políticas para reconhecer e até recompensar as idéias com maior potencial de criação de valor para as unidades de negócio e seus clientes. Não tenho mais detalhes sobre como isso acontece na prática, mas imagino que não deva ser nada fácil.</p>
<p>Criar sentido e valor a partir das relações entre pessoas e da resignificação da informação é um tremendo desafio para a chamada &#8220;economia do conhecimento.&#8221; Assim, não deixa de ser um alento perceber que uma organização influente como a IBM está assimilando o potencial das interações digitais para o futuro do negócio de maneira consistente e produtiva. Nada mal, considerando que ainda estamos na <a href="http://blog.sismoweb.com.br/a-idade-da-pedra-da-comunicacao-digital/" target="_blank">idade da pedra da comunicação digital</a>.</p>
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