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	<title>CDNi &#187; jornalismo</title>
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	<description>Agência de comunicação digital dedicada ao posicionamento e à gestão de marcas em ambiente on-line.</description>
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		<title>Mais contexto, menos confiança</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 22:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Lemos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em números]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Como repórteres e editores estão usando informações e recursos das mídias sociais para fazer seu trabalho? O Programa de Mestrado em Relações Públicas Estratégicas da George Washington University quis saber, e conduziu uma pesquisa sobre o tema junto a 9100 jornalistas nos EUA entre setembro e novembro de 2009.
Os resultados publicados (leia na íntegra aqui) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como repórteres e editores estão usando informações e recursos das mídias sociais para fazer seu trabalho? O <a href="http://www.gspm.org/strategicpublicrelations" target="_blank">Programa de Mestrado em Relações Públicas Estratégicas</a> da <a href="http://www.gwu.edu/" target="_blank">George Washington University</a> quis saber, e conduziu uma <a href="http://us.cision.com/news_room/press_releases/2010/2010-1-20_gwu_survey.asp" target="_blank">pesquisa sobre o tema junto a 9100 jornalistas nos EUA entre setembro e novembro de 2009</a>.</p>
<p>Os resultados publicados (leia na íntegra <a href="http://bit.ly/a2OjRw" target="_blank">aqui</a>) sugerem um <em>aparente</em> paradoxo. Exemplo: por um lado, 89% dos jornalistas ouvidos disseram fazer uso de informações garimpadas em blogs. Por outro, 84% acreditam que as fontes das mídias sociais são &#8220;ligeiramente menos&#8221; ou &#8220;muito menos&#8221; confiáveis do que as da chamada mídia tradicional. A pergunta que cabe aqui é óbvia: por que os profissionais da Imprensa estão fazendo uso intenso de fontes que julgam ser <em>menos</em> confiáveis?</p>
<p>Não é razoável supor que os jornalistas estejam sendo ingênuos ou deliberadamente irresponsáveis. Mais provável é que estejam utilizando a variedade de pontos de vista que abunda na Internet como forma de encontrar personagens ou enriquecer suas histórias com ângulos diferentes sobre o mesmo assunto. Em uma palavra, o que eles buscam é <em>contexto</em>.</p>
<p>E o que pensam os jornalistas sobre os profissionais de RP? Segundo a pesquisa, 44% ainda dependem deles para &#8220;entrevistas e acesso a experts&#8221;, 23% para &#8220;respostas e dados específicos&#8221; e apenas 17% para &#8220;perspectiva, contexto e informações complementares.&#8221; Como se vê, é exatamente esta última necessidade que vem sendo suprida pelos <em>posts</em>, <em>tweets </em>e <em>shares </em>de gente comum, real e anônima.</p>
<p>Tempos atrás fiz uma pergunta sobre o futuro das RP a um <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pundit_(expert)" target="_blank">pundito</a></em> dos mais prestigiados da praça. Algo na linha &#8220;se as pessoas agora têm seus próprios canais de mídia, e as corporações estão percebendo que podem se comunicar e construir relacionamentos diretamente com elas, sem necessidade de intermediários, como fica a situação das empresas e profissionais de relações públicas?&#8221; Ouvi dele que &#8220;as agências têm que focar mais em criar e contar boas histórias e menos em publicidade.&#8221;</p>
<p>Ouviram? Mais fácil falar do que fazer, isso é certo. Mas todos nós que transitamos entre a comunicação corporativa, o jornalismo, o marketing e a publicidade conhecemos casos de gente que está reinventando o ofício ao mesmo tempo em que pratica a velha arte de contar histórias &#8211; com ótimos resultados.</p>
<p>Mudam os meios, mudam até as mensagens, mas o público continua lá. Mais do que nunca, fazer um grande trabalho é questão de sobrevivência.</p>
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